quinta-feira, 25 de julho de 2013

Queques de Nutella




Queques de Nutella








Ingredientes

280g de Nutella 
2 ovos L ou XL
150g de farinha sem fermento
1/4 de colher de chá de sal
25g de pepitas de chocolate


Preparação

Numa taça coloque os ovos a Nutella, o sal e a farinha, e misture tudo muito bem até formar um creme.
Distribua o preparado por formas de papel que devem estar colocadas dentro de formas metálicas para queques.
Distribua algumas pepitas de chocolate por cima de cada queque.
Leve a cozer em forno pré aquecido a 180 º.
Cozem entre 10 e 12 minutos. Não deixe cozer demais para ficarem cremosos por dentro. Eu deixei 9 minutos e ficaram deliciosamente cremosos!


Bom apetite!

Esta receita foi partilhada  daqui




quinta-feira, 23 de maio de 2013

Santuário de Fátima




Santuário de Fátima





História das Aparições
A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.
Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol", de cujas mãos pendia um terço branco.
A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém.
Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a "Senhora do Rosário" e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.
Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917.
Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência.
Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de cinco milhões. 





A Imagem que se venera na Capelinha das Aparições, coração do Santuário de Fátima, foi oferecida em 1920 por Gilberto Fernandes dos Santos. É obra do escultor José Ferreira Thedim.
É em madeira, cedro do Brasil, e mede 1,10.
Foi benzida na Igreja Paroquial de Fátima (a 2,5 quilómetros do Santuário, local onde foram baptizados os Pastorinhos de Fátima) a 13 de Maio de 1920, entronizada na Capelinha das Aparições a 13 de Junho de 1920 e coroada pelo Legado Pontifício Cardeal Masela, em 13 de Maio de 1946.
A coroa que a imagem ostenta apenas nas grandes celebrações é um exemplar único executado em Lisboa e nela trabalharam gratuitamente 12 artistas durante três meses. Pesa 1200 gramas e é enriquecida por 313 pérolas e 2679 pedras preciosas. Esta coroa  foi oferecida pelas mulheres portuguesas a 13 de Outubro de 1942, em acção de graças por Portugal não ter entrado na Segunda Guerra Mundial, e tem incrustada a bala oferecida por João Paulo II.

O falecido Sumo Pontifice ofereceu a bala que lhe trespassou o corpo no atentado de que foi vítima em Roma, a 13 de Maio de 1981, em sinal de agradecimento à Virgem, por lhe salvo a vida. 






CAPELINHA DAS APARIÇÕES

O pedestal, onde se encontra a Imagem de Nossa Senhora, marca o sítio exacto onde estava a pequena azinheira (desaparecida devido à devoção dos primeiros peregrinos que a levaram, raminho a raminho), de um metro e pouco de altura, sobre a qual Nossa Senhora apareceu aos pastorinhos em 13 de Maio, Junho, Julho, Setembro e Outubro de 1917.
A construção da Capelinha foi a resposta ao pedido de Nossa Senhora "quero que façam aqui uma capela em minha honra". Construída no local das aparições em 1919, de 28 de Abril a 15 de Junho. A primeira Missa foi ali celebrada no dia 13 de Outubro de 1921.
Tendo sido dinamitada em 6 de Março de 1922, foi reconstruida ainda nesse mesmo ano.
Em 1982 foi construído um vasto alpendre, tendo sido inaugurado aquando da visita do Papa João Paulo II em 12 de Maio desse ano.
Em 1988, Ano Mariano, foi forrado com madeira de pinho, proveniente da Rússia, norte da Sibéria. Foi escolhida esta madeira pela sua durabilidade e leveza.

A capelinha original, embora sujeita a ligeiras reparações no decorrer dos anos, mantém os traços de uma ermida popula



Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, Monumento ao Sagrado Coração de Jesus





Ergue-se no local onde, em 13 de Maio de 1917, os três pastorinhos brincavam "a fazer uma paredita", quando, de repente, viram um relâmpago que os assustou e fez com que juntassem o rebanho para regressarem a casa. O projecto foi concebido pelo arquitecto holandês Gerard Van Kriechen e continuado pelo arquitecto João Antunes. Em 13 de Maio de 1928 foi benzida a primeira pedra pelo arcebispo de Évora, D. Manuel da Conceição Santos. A sagração foi a 7 de Outubro de 1953. O título de "Basílica" foi-lhe concedido por Pio XII, no breve "Luce Superna", de Novembro de 1954.
O edifício, que mede 70,5 metros de comprimento e 37 de largura, foi construído totalmente com pedra da região (lugar do Moimento) e os altares são de mármore de Estremoz, de Pero Pinheiro e de Fátima.
A torre sineira, erguida ao centro do conjunto arquitectónico, tem 65 metros de altura e é rematada por uma coroa de bronze de 7.000 quilos, construída na fundição do Bolhão, Porto, encimada por uma cruz iluminada que, de noite, se avista a longa distância. O carrilhão é composto por 62 sinos, fundidos e temperados em Fátima por José Gonçalves Coutinho, de Braga. O sino maior pesa 3.000 quilos e o badalo 90. O relógio é obra de Bento Rodrigues, de Braga. Os anjos da fachada, de mármore, são da autoria de Albano França.

À entrada da Basílica, por cima da porta principal, encontra-se um mosaico que representa a Santíssima Trindade a coroar Nossa Senhora. Foi executado nas oficinas do Vaticano e ali benzido pelo então Secretário de Estado, Cardeal Eugénio Paccelli, futuro Papa Pio XII, o "Papa de Fátima".


Basílica da Santíssima Trindade

A Basílica da Santíssima Trindade foi inaugurada em 2007. Trata-se do quarto maior templo católico do mundo em capacidade, tendo sido integralmente pago com dádivas dos peregrinos ao longo dos anos. A decoração é inspirada na arte bizantina e ortodoxa. A planta é circular por fora e quadrangular por dentro, existindo 12 portas laterais (uma dedicada a cada um dos Apóstolos) e uma grande porta central, a Porta de Cristo.
Conta com com 8.633 lugares sentados. Foi elevada a basílica a 19 de Junho de 2012.



Dicas:

Morada: Santuário de Nossa Senhora de Fátima
Apartado 31 - 2496-908 Fátima  
Telefone: (+351) 249 - 539 600
Fax: (+351) 249 - 539 605
.


Google Maps




Informações do Santuario de Fatima

domingo, 28 de abril de 2013

Serra da Estrela



“Alta, imensa, enigmática, a sua presença física é logo uma obsessão. Mas junta-se à perturbante realidade uma certeza mais viva: a de todas as verdades emanarem dela. Há rios na Beira? Descem da Estrela. Há queijo na Beira? Faz-se na Estrela. Há roupa na Beira? Tece-se na Estrela. Há vento na Beira? Sopra-o a Estrela. Tudo se cria nela, tudo mergulha as raízes no seu largo e eterno seio. Ela comanda, bafeja, castiga e redime.” (Miguel Torga) 





A Serra da Estrela é muito mais que uma montanha...
É história, gastronomia, beleza natural e… neve



É berço de muitas aldeias históricas, fazendo-nos recuar aos tempos medievais, de vales glaciares, únicos em Portugal, é lugar onde nascem os dois maiores rios exclusivamente nacionais, o Mondego e o Zêzere, bem como o Alva e o Côa, dona de sabores extraídos da natureza, onde ainda resistem velhos segredos que oferecem produtos e uma gastronomia ímpar, como o Queijo da Serra, os vinhos, azeites, enchidos e pães, as ervas aromáticas, o arroz de carqueija, o licor de zimbro ou a aguardente de mel, o cabrito e a truta que, pelas condições únicas do seu habitat, são um marco da gastronomia serrana.

Falamos da Serra da Estrela, onde as gentes e os costumes ajudam a retroceder no tempo, terra de tradições e guardiã da maior área protegida de Portugal e uma das melhores Reservas Biogenéticas da Europa, o Parque Natural da Serra da Estrela. Mas é também uma das poucas regiões portuguesas abraçada pela de neve quando o Inverno chega e local da única estância de ski do país.  Uma estância localizada na Torre, no centro do Parque Natural, a 2.000m de altitude








Desta vez a chegada à torre não foi fácil. Ventos muito fortes e nevoeiro cerrado, dificultaram a aventura!
Mas nem tudo é negativo, tivemos o privilégio de ter o espaço praticamente só para nós!
O nevoeiro até criou um ambiente de filme de suspense! D














Nos dias que se seguiram, o tempo melhorou substancialmente.
As temperaturas subiram e a Serra ganhou um colorido diferente....
Afinal estamos na Primevera!!!!!! D



Senhora da Boa Estrela

Situada no Covão do Boi, em plena Serra da Estrela, encontra-se esculpida em baixo relevo, na rocha, a Senhora da Boa Estrela, padroeira dos Pastores, inaugurada em 1946.

A escultura, com mais de 7 metros de altura, foi elaborada por António Duarte, partindo de uma ideia do Pároco local que assistiu à demonstração de fé local quando foi implantado um Cruzeiro no ponto mais alto da imensa Serra da Estrela, e desejou prestar homenagem à Santa protectora dos Pastores que enfrentam há séculos as intempéries da agreste região. 


Monumento a Nossa Senhora da Boa Estrela

Monumento a Nossa Senhora da Boa Estrela


Barragem Padre Alfredo (Covão do Ferro)







Com a chegada da Primavera, chega também o degelo da neve da Serra.



Pequenos regatos engrossam os rios que serpenteiam pelos Vales Glaciares da Serra.






Na descida da Torre para Manteigas, encontramos um ícone da Serra da Estrela...







O Covão d'Ametade

Covão d' Ametade é um local de rara beleza, na descida da Torre para Manteigas …


É uma depressão onde repousam sedimentos originando uma pequena planície naquilo que foi uma antiga lagoa de origem glaciar, aos pés do Cântaro Magro e logo acima do Covão de Albergaria, no início do Vale Glaciar que vai até Manteigas (o maior vale glaciar da Europa).






Aqui o único som que ouvimos é o do sussurrar da água a correr no rio, e o das aves.
O lugar é mágico! Transmite-nos muita paz!




Ao fundo: Cântaro Magro salpicado de neve

Dos Cântaros escorrem regatos, e cascatas!... 
















O tempo na Serra altera-se rapidamente. No Segundo dia, estava um sol magnifico, e uma temperatura primaveril.

Subimos à Torre no final do dia, a tempo de vermos um magnifico pôr do sol!





Pequenos lagos começam a formar-se com o degelo




































No terceiro dia, visitámos mais um ícone da Serra (este pela primeira vez)

O Poço do Inferno


O percurso de alguns km é feito por uma estreita estrada, em alguns locais em mau estado de conservação.
Mas compensa!
Neste percurso várias espécies autóctones estão presentes, tais como o castanheiro, o freixo, o carvalho negral, o salgueiro e o amieiro-negro.
Merecem especial destaque a gilbardeira, que possuiu estatuto de conservação, o vidoeiro e a tramazeira porque são espécies raras em Portugal. 





Poço do Inferno


É uma queda de água  que se situa na estreita garganta da Ribeira de Leandres afluente do Rio Zêzere,
cujo leito percorre a linha de união do granito e do xisto.
A cascata de 1066 metros, no Inverno transforma-se num belo espectáculo de colunas de gelo com
a grossura de caules de árvores.






É um lugar mágico...Um dos recantos pouco conhecidos da Serra da Estrela











Convém andar um pouco a pé pela zona...
Os narcisos crescem em tufos no musgo salpicando a paisagem de amarelo!










Até ao contemplarmos as rochas a nossa imaginação cria asas....
Uma cobra a espreitar? D




Na entrada de Manteigas, ficam os viveiros das trutas!



Manteigas



A história de Manteigas data a épocas anteriores à Era Cristã, sendo o seu primeiro foral de 1188, atribuído pelo Rei D. Sancho I


A localidade de Manteigas está localizada em pleno Vale Glaciar do Zêzere, que com a sua forma perfeita em 'U' é um dos melhores exemplos da modelação da paisagem pelos glaciares.



Ao anoitecer volta o nevoeiro...










Este amiguinho segui-nos durante algum tempo!



A lenda da Serra da Estrela


Contava a lenda que havia um rei ao qual chegou a notícia de que todas as noites um pastor do alto da serra conversava com uma estrela.
O rei mandou logo chamar o pastor e ordenou-lhe que lhe desse a sua estrela, prometendo em troca dar-lhe muitas riquezas e muitos dos seus bens.
O pastor não aceitou, pois preferia ser pobre do que perder a sua estrela. Ao voltar à sua pobre cabana no alto da serra, o pastor ouviu uma doce melodia que era a sua estrela a cantar. Ela estava com receio de que o pastor se deixasse levar pela ambição da riqueza.
O pastor ficou todo contente e a estrela prometeu que sempre seria sua amiga.
Então o velho pastor exclamou:
– De hoje em diante, esta serra há-de chamar-se Serra da Estrela.
Conta a lenda que no alto da serra ainda hoje se vê uma estrela que brilha de maneira diferente das outras estrelas, como que à procura do bom e velho pastor amigo.
Fonte Biblio AA. VV., - Literatura Portuguesa de Tradição Oral s/l, Projecto Vercial - Univ. Trás -os-Montes e Alto Douro, 2003 , p.L6







O fim do dia na lagoa Padre Alfredo  (Covão  do Ferro)

























Museu do Pão













Ao longo de várias salas, vamos descobrir o ciclo do pão em Portugal. O pão ligado à politica e religião e à arte.
















































































A lenda dos pães de Santo António



“ António comovia-se tanto com a pobreza que, certa vez, distribuiu aos pobres todo o pão do convento em que vivia. O frade padeiro ficou em apuros, quando, na hora da refeição, percebeu que os frades não tinham o que comer: os pães tinham sido roubados”.
Atónito, foi contar ao santo o ocorrido. Este mandou que verificasse melhor o lugar em que os tinha deixado. O Irmão padeiro voltou estupefacto e alegre: os cestos transbordavam de pão, tanto que foram distribuídos aos frades e aos pobres do convento."




















Finalmente chegou o fim de semana! Com ele veio uma multidão de turistas para a Serra.
É altura de partir, mas antes vamos tratar de abastecer a nossa despensa com produtos da região...







Uma avalanche de turistas invade a Serra ao fim de semana...



Apesar de estarmos em final de Abril,  a neve ainda cobre os telhados dos edifícios da torre!








Mas vamos às compras...




Temos à nossa disposição vários tipos de queijo. Amanteigado, curado, picante, mais ou menos salgado!
A preferência da minha família vai para o amanteigado, feito com flor de cardo!































Broa de centeio e broa de milho.



















































































As Regueifas acabadas de fazer são deliciosas!


























Dicas


Quando visitar

Visite a Serra da Estrela sem ser ao fim de semana. Durante o fim de semana o transito é caótico em tempo de neve, enquanto de semana é mais calmo, o que nos permite desfrutar melhor da região!

Hotel

Infelizmente desta vez não posso recomendar o hotel em que fiquei. Reservamos um Chalé de Montanha
https://www.turistrela.pt/pt/chales-de-montanha.html nos chalés de Montanha da Serra da Estrela.
O chalé tinha a escada de acesso cheia de vidros partidos e assim continuou ao longo da nossa estadia, o exaustor não tinha filtro e gordura negra escorria para cima da comida que estava a ser confeccionada (comida para o lixo e limpeza à cozinha logo no dia de chegada) o aquecimento do chalé é feito com um recuperador de calor, que demora muito tempo a atingir uma temperatura razoável,  só no dia da partida não tivemos frio no interior do chalé! Os preços muito elevados para a qualidade que tem! Não aconselho, de todo! :-(

Produtos tradicionais

Atenção aos produtos "tradicionais" vendidos na Torre. A maioria dos enchidos são de origem Espanhola.
Quando comprar um queijo levante sempre o rótulo para ver se o queijo está intacto. A técnica dos vendedores é "picar" o queijo debaixo do rotulo para dar a provar, se a pessoa não levar, quem vem atrás fica com um queijo que se deteriora mais rapidamente.
A maioria das pantufas típicas da região não são pele. Veja bem se têm certificado de garantia antes de comprar.

Museu do Pão
Confesso que esperava um pouco mais deste museu. Não temos qualquer contacto directo com a arte de fazer pão.
A sala Inicial com marionetas (destinada a crianças), e com um duende a interagir com o público é muito interessante, o resto das salas não surpreendem!


Printfriendly