terça-feira, 7 de outubro de 2014

Keukenhof


 Keukenhof
  
Holanda




Keukenhof é o maior jardim de flores do mundo. Com uma área de cerca de 32 hectares, durante a primavera transforma-se num verdadeiro caleidoscópio de cores.

É uma festa para os sentidos! Cerca de 7.000.000 de bolbos de flores que ao desabrocharem  nos deliciam com as suas cores e o seu perfume.

Para quem gosta de flores, deve destinar um dia para visitar Keukenhof.
São muitas as actividades para miúdos e graúdos.  Os mais pequenos têm à sua disposição uma caça ao tesouro, uma pequena quinta com animais domésticos, labirintos, etc...
O parque tem estufas temáticas, riachos, lagoas, recantos encantados, espectáculos, actividades, restaurantes, lojas... enfim, tem tudo o que necessita para ter um dia muito bem passado! 














Um realejo à entrada do parque, dá as boas vindas aos turistas, com musicas muito animadas...
















E aqui começa a aventura pelo mundo mágico das flores....
Palavras para quê?... as cores e os cheiros invadem-nos os sentidos!
De mapa na mão lá partimos à descoberta do parque, havidos por não perder pitada!


































































































































































































































































































































































































































































Notas:



Como chegar:

De carro

O parque situa-se em Lisse, a cerca  de 37 km de Amesterdão, sem muito transito são cerca de 35 minutos de viagem.

De transportes públicos

Entre aqui e veja as ligações e preços!
(funciona muito bem com horas e preços correctos)

Tours

Esta foi a nossa opção. 
Comprámos o ingresso no posto de venda da Tours & Tickets em frente à Amsterdam Centraal  (a principal estação ferroviária de Amesterdão).
O  tour tem a duração de 5 horas e custa cerca de 45,00 € por pessoa. O autocarro passa pelos campos de flores da região e uma guia vai dando informações em quatro línguas sobre as localidades por onde passamos.
Apesar desta ser a forma mais prática para quem não tem carro, não é a nossa favorita. O ideal será ir de transportes públicos no inicio do dia, alugar uma bicicleta e explorar os campos de flores. 5 horas é muito pouco, pois são quase duas horas para ir até Keukenhof e voltar a Amesterdão.



Data de abertura do parque:


Convém  sempre confirmas a data de abertura de Keukenhof, pois o parque só está aberto durante a Primavera, e a data de abertura varia de ano para ano.
Em  2015 prevê-se a abertura a 20/03/2015 e o encerramento a 17/05/2015


Bilheteira 2015: 

(a titulo informativo e sujeito a confirmação)

Adultos   16,00 €
Crianças (0/3 anos)    Grátis
Crianças (4/11 anos)     8,00 €
Grupos (20-200 pes.)    13,50 €
Guia Parque      5,00 €
Estacionamento p/ carro     6,00 € 






Wi-Fi

 O parque está equipado com acesso  a Wi-Fi gratuito.

 

Mapa

Um mapa está disponível gratuitamente na bilheteria, no balcão de informações e na entrada. 











Passeios na região

Se sobrar algum tempo para explorar a área circundante, alugue uma bicicleta  e explore os campos de flores ou aproveite para fazer um passeio de barco.

sugestões:
 
Não se esqueça de verificar o calendário de eventos para o show de trajes tradicionais, e para o desfile anual de flores. Normalmente existem muitos  eventos especiais durante o fim de semana de Páscoa.

Companhia aérea:  TAP
Com algum tempo de antecedência conseguimos uma boa promoção na TAP. 

Hotel: Ibis budget Amesterdam Zaandam
(no proximo post sobre Amesterdão darei todas as dicas sobre como chegar ao hotel, pois é uma óptima opção para quem quer visitar  Amesterdão sem gastar muito dinheiro).






Capela do Senhor da Pedra



Capela do Senhor da Pedra








Não foi o  dia perfeito para visitarmos a praia de Miramar, o vento forte e o nevoeiro não são aliados dos fotógrafos, mas mesmo assim não nos sentimos desmotivamos. Depois de estacionarmos o carro e percorrermos a alameda da praia do Senhor da Pedra, avistámos finalmente o rochedo... e lá estava ela, a mística  Capela do Senhor da Pedra!






Construída em 1686 sobre um rochedo na praia de Miramar, esta capela de formato hexagonal  tem sido tema de muitas  lendas ao longo dos anos.
Aqui o religioso mistura-se com o profano. O povo fala em surdina de "bruxaria" junto à capela, talvez por esta ter sido um altar pagão antes de se ter convertido num espaço de devoção católico.
Pensa-se que a capela tenha sido construída na sequência de um milagre. Um grupo de pescadores num dia de mar bravo não conseguia regressar à costa e foram salvos pelo "boi bento" (boi que afagava o menino Jesus na manjedoura).
Hà quem refira a pegada do boi bento nas rochas junto à capela.






Depois de percorrermos o extenso areal, a capela recebe-nos com a sua escadaria de pedra humedecida pelo mar...


À entrada podemos ver dois painéis de azulejos.

No painel do lado direito podemos ler: “A origem do grupo populacional de Gulpilhares remonta a maior antiguidade como bem se demonstra com o notável espólio arqueológico que nesta região tem sido achado”.

O painel do lado esquerdo diz:  ” O local onde se levanta esta capela do senhor da pedra é certamente o mais antigo lugar de culto da freguesia antes de nele se celebrar a Cristo seria altar pagão”.
 











Os mais idosos acreditam, que a imagem de Cristo terá aparecido em cima do  rochedo vinda do mar, e por esse motivo a capela foi ali construída e recebeu o nome de Senhor da Pedra.




Altar mor





















Os habitantes afirmam que é a única capela virada de costas para o mar...





Lenda do Senhor da Pedra

Reza a lenda que, há séculos, os habitantes da freguesia se empenharam em construir uma capela num largo chamado do arraial. Ora quando as paredes começaram a erguer-se, nas pedras da beira-mar surgiu uma luzinha apelativa da atenção de todos. E os de Gulpilhares entenderam a mensagem. Era aquele e não outro o lugar onde deveria ser erguida a capela, que ali tomou o nome de Senhor da Pedra.
O visitante do lugar, se contornar a capelinha, encontrará atrás uma marca na pedra, uma marca em forma de tosca ferradura. Se perguntar a alguém da terra o que vem a ser aquilo, receberá como resposta:
- É a pegada de um boi bento que por ali passou…
"O Grande Livro das Tradições Populares Portuguesas"






A Capela do Senhor da Pedra, também conhecida como "casa dos milagres" é visitada anualmente por centenas de pessoas que são atraídas pela sua magia.


 












Notas

Como chegar:

A capela do Senhor da Pedra situa-se na praia de Miramar, na freguesia de Gulpilhares no concelho de Vila Nova de Gaia.


Romarias:

Anualmente é realizada a romaria ao Senhor da Pedra. Esta festa remonta de uma tradição muito antiga e é realizada no domingo da Santíssima Trindade e prolonga-se até à terça-feira seguinte.




quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Bolo de Bolacha com cobertura de caramelo





Bolo de Bolacha com cobertura de caramelo

Ingredientes

Bolo

1 lata de leite condensado
2 pacotes de natas 
5 folhas incolores de gelatina
Bolachas Maria q.b.
1 colher de chá de café solúvel em pó 
Café forte (liquido) q.b.

Cobertura
 
150 gr de açucar
1 colher de sopa de manteiga
125 ml de natas
Amêndoas torradas picadas para enfeitar 

 Preparação do bolo

Comece por colocar as embalagens de natas no congelador uns minutos para as arrefecer bem,  sem as deixar congelar.
Coloque  as folhas de gelatina de molho em água fria.
Bata muito bem as natas até estarem firmes. Adicione aos poucos o leite condensado, continuando a bater, adicione a colher de café solúvel e bata mais até dissolver o café. Quando estiver bem firme adicione as folhas de gelatina derretidas e bata até as envolver bem no preparado.
Para derreter as folhas de gelatina, escorra a água onde estavam a amolecer, coloque-as numa tacinha e leve-as ao microondas alguns segundos (cerca de 8 segundos deve ser suficiente, mas se vir que ainda não estão derretidas, volte a levar ao microondas mais uns segundos)

Num prato de bolos, coloque um aro de forma amovível no centro. Comece por colocar uma pequena camada  de creme para o bolo aderir ao prato. Vá passando as bolachas pelo café liquido,  formando camadas de bolacha alternadas com camadas de creme.  Devendo ser a ultima camada de creme.
Leve ao frigorífico se possível de um dia para o outro para ganhar consistência.


Preparação da cobertura:
Molho de caramelo

Coloque o açúcar num recipiente e leve ao lume brando até  ficar com cor de caramelo, mexendo de vez em quando. Retire do lume e adicione a manteiga. Mexa muito bem. Adicione as natas em fio, mexendo rapidamente com uma vara de arames.
Deixe arrefecer.

Finalizar:

Quando for servir o bolo, coloque uma camada de caramelo por cima do bolo, retire o aro e polvilhe com amêndoas torradas picadas grosseiramente.
Notas:
O bolo de bolacha  é  um dos bolos mais apreciados em Portugal. Existem muitas variantes da receita, esta que apresento é uma das diversas formas de o confeccionar. Na receita mais antiga que conheço, o creme era feito com igual peso de açúcar e de manteiga ( sem sal ), o açúcar era muito bem batido com a manteiga (mole sem estar derretida), e no final adicionava-se uma clara batida em castelo para o creme ficar mais fofo. Na "nova" gastronomia Portuguesa a manteiga é substituída por natas e o açúcar por leite condensado, normal, cozido ou  light para ficar menos calórico.
De todas as formas este bolo é sempre delicioso.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Brufe










A idílica aldeia de Brufe, está localizada na vertente da Serra Amarela, muito próxima do Parque Nacional da Peneda Gerês e da fronteira com Espanha.
Um pequeno aglomerado de casas construídas em granito, que são um magnifico exemplo da arquitectura popular da região, um património rural peculiar, onde se englobam muitos espigueiros, eiras e moinhos de água.
Neste  ambiente rural harmonioso os poucos habitantes (cerca de 57)  dedicam-se à agricultura e pastorícia.

A Serra Amarela  situa-se entre os vales do Lima e do Homem, ficando coberta de um manto  amarelo quando a carqueja floresce. Aqui, apesar da chacina que o homem tem aplicado à sua espécie, o lobo ainda continua a sobreviver.  

O facto de Brufe  estar situada a meia encosta, faz com que seja um magnifico miradouro!






Erguendo-se na margem direita da Albufeira de Vilarinho das Furnas, Brufe tem acesso directo pela estrada que atravessa o paredão da barragem.















 Julga-se que a origem do nome de Brufe vem de Berulfi (genitivo germânico) que significa lobo. Pertenceu com o nome de Espiríto Santo de Vila Garcia, ao pequeno concelho de Vila Garcia, com sede em Gilbarbedo, que pertenceu aos Abreus, tendo sido extinto em 1835, para fazer parte do de Regalados, e a partir de 1842 foi transferida para o concelho de Terras de Bouro, com um interregno (1895-1898) em que esteve anexada a Amares. Conforme as inquirições de 1258,  Brufe não fornecia homens à vida militar, mas em troca estes eram obrigados a defender a fronteira. O património histórico-cultural, caracteriza-se pela presença de sepulturas do tempo dos celtas, indícios de fortificações e padrões romanos, e ainda elementos da arquitectura popular: casas em granito, espigueiros encimados por cruzes, relógios de sol e pequenos moinhos nas margens dosa ribeiros.
































































Homenagem ao endireita de Brufe!















Notas:



Localização:

Lugar: Brufe
Freguesia: Brufe
Concelho: Terras de Bouro
Distrito: Braga 

Como chegar:

Distância: Braga (40 km) Rodoviários: EN 101 (Braga-Amares), EN 205-3 (Amares-Terras de Bouro), EN 307 (Terras Bouro-Covide), E municipal (Terras de Bouro – Brufe) Transportes públicos: Autocarro (1 km) ; Comboio (40 km); Barco e Avião (90 km)



Festas e Romarias:

Festa do Espírito Santo (Maio ou Junho)


Pontos de interesse turístico:


Encostas de Mixões da Serra (a aldeia está inserida neste espaço natural), Artesanato em linho e lã (na própria aldeia), Aldeia de Cutelo (1km), Percursos pedestres (Rota das casarotas), PNPG (5km), Albufeira de Vilarinho das Furnas (5km), Museu Etnográfico de Vilarinho das Furnas (6km), Actividades de animação turística (6km).


Onde comer:

O Abocanhado
Este restaurante traz gentes de todo o lado para provar pratos tradicionais como o cabrito, carne Barrosã, javali, veado, entre muitas outras iguaras tradicionais da região. Do terraço pode  apreciar a magnifica vista sobre  o Vale do Rio Homem.  

Onde Dormir:

Optámos pela Residencial Corredoura
Av. Afonso Manuel 840, 4720-259 Caldelas

De ambiente familiar, tem preços muito acessíveis com
pequeno almoço incluído.  

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