segunda-feira, 2 de março de 2015

Museu de La Revolucion


Museu de La Revolucion







A ideia de instalar o Museo de la Revolucion no antigo palácio presidencial do  ditador Fulgencio Batista foi claramente simbólica. Com projecto do arquitecto cubano Rodolfo Maruri e do arquitecto belga Paul Belau, o edificio foi inaugurado, por Mário Garcia Menocal, em 1920 e serviu de residência a 21 outros presidentes  até 1965.
Possui elementos neoclássicos e decorado pela Tiffany de Nova Iorque. Contém obras dos principais decoradores cubanos do inicio do século XX e de escultores como Juan José Sicre. Esteban Betancourt e Fernando Boada. O museu expõe documentos, fotografias e outros objectos dignos de memória que oferecem uma visão da luta cubana pela independência desde o período colonial, mas incidindo especialmente na Revolução, desde a luta de guerrilha até aos anos 90. 






Um museu que nos relata através de várias exposições a luta do povo cubano, onde homens e mulheres lutaram pela liberdade.






A escadaria central

A escadaria monumental que conduz ao primeiro andar ostenta ainda marcas das balas aqui disparadas a 13 de Março de 1957, durante o ataque protagonizado por um grupo de estudantes universitários revolucionários, incumbidos de matar Batista. O ditador conseguiu salvar a vida fugindo pelos andares superiores.













Fotografar as exposições do museu, com os vidros de protecção e muitas janelas dos dois lados das salas  é uma missão impossível...











Pátio exterior do museu























Médico,  fotografo, guerrilheiro, politico, jornalista, escritor. A sua figura converteu-se num símbolo mundial. Com a sua rebeldia e espírito incorruptível foi um ícone na luta contra as injustiças sociais. 
É impossível pensar em Cuba, sem pensar em...


Comandante Ernesto (Che) Guevara de la Serna
(1928-1967) 


Nascido em Rosário, Argentina a 14 de Julho de 1928, formou-se em medicina em 1953. Em 1954 esteve na Guatemala a defender o governo de Jcobo Arbenz. Em 1955 conhece Fidel Castro no México, tornando-se o médico da expedição  del Yate Granma.
Durante a Guerra da Libertação destacou-se pelo seu arrojo, sendo nomeado comandante a 21 de Julho de 1957. Dirigiu a Batalha de Santa Clara em 1958, uma das acções mais importantes da Guerra da Libertação.
Depois do triunfo revolucionário participou na reorganização do estado Cubano, desempenhando vários cargos na sua administração e no seu governo. Em 7 de Fevereiro de 1959 o Conselho de Ministros concedeu-lhe a condição de cidadania cubana por nascimento.
Representou Cuba em importantes eventos internacionais.
Em 1965 cumpriu  uma missão no Congo, lutando pela libertação do seu povo.
Foi assassinado na Bolívia a 9 de Outubro de 1967.













Máquina fotográfica utilizada por Che Guevara durante a Revolução Cubana





Estátuas de Che Guevara e Camilo Cienfuegos.
Estas estátuas de cera em tamanho natural representam  os dois heróis em combate.






























No segundo andar do museu, encontra-se a secretária do Presidente, o concelho de ministros e objectos de 1959 até hoje.

























O grande pavilhão de vidro e cimento na praça arborizada atrás do museu encerra o iate Granma (que recebeu o nome da avó do seu primeiro proprietário). Foi este o barco que trouxe Fidel Castro e alguns dos seus camaradas do México para Cuba em 1956 para começarem a luta armada contra Batista. Há ainda objectos e veículos relacionados com a invasão da Baía do Porcos  (1961), restos de um avião espião americano abatido em 1962 durante a crise dos mísseis e de um camião de distribuição, utilizado pelos revolucionários, no ataque ao palácio em 1957.


















Cromeleque dos Almendres




Cromeleque dos Almendres

 

Classificado como monumento nacional, o Cromeleque dos Almendres é vulgarmente designado  de  "Stonehenge Português" pela imprensa e pelas pessoas que o visitam. O recinto megalitico dos Almendres é um dos maiores monumentos públicos da humanidade, e constitui o maior conjunto de menires estruturados da Peninsula Ibérica.






 

o Cromeleque dos Almendres, localiza-se na Herdade dos Almendres, num local designado por Pedras Talhas, pertencente à freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe, no concelho de Évora. 








O sítio arqueológico é composto por diversas estruturas megalíticas, nomeadamente cromeleque, menir e pedras, tendo sido descoberto pelo investigador Henrique Leonor Pina, em 1964, aquando do levantamento da Carta Geológica de Portugal.
Abrangendo uma larga faixa cronológica, desde o Neolítico Médio até à Idade do Ferro (ou seja, desde finais do 6.º até inícios do 3.º milénios antes de Cristo), este sítio apresenta, entre outros elementos, um cromeleque de planta circular irregular, composto por 95 monólitos de granito (chegaram a ser mais de 100).
"Em relação aos monólitos propriamente ditos, eles possuem, no seu conjunto, forma almendrada", sendo alguns deles "de consideráveis dimensões", apesar "da preponderância dos de pequenas dimensões", realça a Direção-Geral do Património Cultural.
Quanto à decoração, alguns dos monólitos apresentam "as denominadas 'covinhas' ou linhas sinuosas e radiais".






















O cromeleque foi erguido  numa encosta suave, de onde se avista ao longe a magnifica  cidade de Évora.



































































Cromeleque dos Almendres: 38.557578,-8.061414


Cromeleque dos Almendres: 38.557578,-8.061414

Cromeleque dos Almendres: 38.557578,-8.061414

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