segunda-feira, 2 de março de 2015

La Bodeguita Del Medio


La Bodeguita Del Medio







Situada exactamente a meio de uma pequena rua típica de Havana Velha, a poucos passos da Catedral, a Bodeguita Del Medio tornou-se numa das maiores atracções de Havana.
Foi fundada em 1942 para vender produtos alimentares. Mais tarde foi-lhe acrescentado um bar e passou a ser frequentada habitualmente por intelectuais, artistas e políticos. Actualmente já não é loja, mas sim um bom restaurante onde se podem comer pratos crioulos típicos, com um bar muito concorrido que serve cocktails cubanos.
As paredes estão cobertas de fotografias, desenhos, graffiti e autografos de clientes, incluindo os de frequentadores famosos como o cantor Nat King Cole, os poetas Pablo Neruda e Nicolás Guillén e os escritores Gabriel Garcia Márquez, Alejo Carpentier e ernest Hemingway, que era cliente habitual!


































A ementa que é também marcador de mesa, tem informações sobre a Bodeguita Del medio, assinaturas de muitos dos intelectuais que a frequentavam, a receita do mojito e um poema que Nicolás Guillén poeta revolucionário de Cuba, lhe dedicou.



















Tente chegar cedo para jantar, assim garante um lugar  na sala do primeiro andar.
Nós tivemos um serão muito bem passado! Um grupo de musica ao vivo, acompanhou a nossa refeição tipicamente crioula. Um ambiente magnifico, com sons cubanos, muito charme e simpatia !












































































Outro grupo de musica cubana toca durante toda a noite junto ao bar principal da Bodeguita Del Medio...














Dicas:


morada: Calle Empedrado 207

Consulte a publicação de Havana  AQUI


Museu de La Revolucion


Museu de La Revolucion







A ideia de instalar o Museo de la Revolucion no antigo palácio presidencial do  ditador Fulgencio Batista foi claramente simbólica. Com projecto do arquitecto cubano Rodolfo Maruri e do arquitecto belga Paul Belau, o edificio foi inaugurado, por Mário Garcia Menocal, em 1920 e serviu de residência a 21 outros presidentes  até 1965.
Possui elementos neoclássicos e decorado pela Tiffany de Nova Iorque. Contém obras dos principais decoradores cubanos do inicio do século XX e de escultores como Juan José Sicre. Esteban Betancourt e Fernando Boada. O museu expõe documentos, fotografias e outros objectos dignos de memória que oferecem uma visão da luta cubana pela independência desde o período colonial, mas incidindo especialmente na Revolução, desde a luta de guerrilha até aos anos 90. 






Um museu que nos relata através de várias exposições a luta do povo cubano, onde homens e mulheres lutaram pela liberdade.






A escadaria central

A escadaria monumental que conduz ao primeiro andar ostenta ainda marcas das balas aqui disparadas a 13 de Março de 1957, durante o ataque protagonizado por um grupo de estudantes universitários revolucionários, incumbidos de matar Batista. O ditador conseguiu salvar a vida fugindo pelos andares superiores.













Fotografar as exposições do museu, com os vidros de protecção e muitas janelas dos dois lados das salas  é uma missão impossível...











Pátio exterior do museu























Médico,  fotografo, guerrilheiro, politico, jornalista, escritor. A sua figura converteu-se num símbolo mundial. Com a sua rebeldia e espírito incorruptível foi um ícone na luta contra as injustiças sociais. 
É impossível pensar em Cuba, sem pensar em...


Comandante Ernesto (Che) Guevara de la Serna
(1928-1967) 


Nascido em Rosário, Argentina a 14 de Julho de 1928, formou-se em medicina em 1953. Em 1954 esteve na Guatemala a defender o governo de Jcobo Arbenz. Em 1955 conhece Fidel Castro no México, tornando-se o médico da expedição  del Yate Granma.
Durante a Guerra da Libertação destacou-se pelo seu arrojo, sendo nomeado comandante a 21 de Julho de 1957. Dirigiu a Batalha de Santa Clara em 1958, uma das acções mais importantes da Guerra da Libertação.
Depois do triunfo revolucionário participou na reorganização do estado Cubano, desempenhando vários cargos na sua administração e no seu governo. Em 7 de Fevereiro de 1959 o Conselho de Ministros concedeu-lhe a condição de cidadania cubana por nascimento.
Representou Cuba em importantes eventos internacionais.
Em 1965 cumpriu  uma missão no Congo, lutando pela libertação do seu povo.
Foi assassinado na Bolívia a 9 de Outubro de 1967.













Máquina fotográfica utilizada por Che Guevara durante a Revolução Cubana





Estátuas de Che Guevara e Camilo Cienfuegos.
Estas estátuas de cera em tamanho natural representam  os dois heróis em combate.






























No segundo andar do museu, encontra-se a secretária do Presidente, o concelho de ministros e objectos de 1959 até hoje.

























O grande pavilhão de vidro e cimento na praça arborizada atrás do museu encerra o iate Granma (que recebeu o nome da avó do seu primeiro proprietário). Foi este o barco que trouxe Fidel Castro e alguns dos seus camaradas do México para Cuba em 1956 para começarem a luta armada contra Batista. Há ainda objectos e veículos relacionados com a invasão da Baía do Porcos  (1961), restos de um avião espião americano abatido em 1962 durante a crise dos mísseis e de um camião de distribuição, utilizado pelos revolucionários, no ataque ao palácio em 1957.


















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