segunda-feira, 23 de março de 2015

Fabrica dos Pasteis de Belém


Fabrica dos Pasteis de Belém


Os pasteis de Belém são o  doce português mais conhecido a nível mundial. Embora se possam comer pasteis de nata um pouco por todo o país, é aqui na Fabrica dos Pasteis de Belém em Lisboa onde o segredo da receita está guardado a sete chaves, que se comem os autênticos e incomparáveis pasteis! 
Em 2011 o Pastel de Belém foi eleito uma das 7 maravilhas gastronómicas de Portugal!




As filas são quase sempre grandes,  mas se é a primeira vez que visita a fábrica tenha em atenção que a fila no passeio é para quem quer comprar pasteis para levar, se quiser saborear estas delicias numa das diversas salas da fábrica, não deve ligar à fila do passeio e deve entrar.







Conheça um pouco da história...



No inicio do Século XIX, em Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, laborava uma refinação de cana-de-açúcar associada a um pequeno local de comércio variado.
Como consequência da revolução Liberal ocorrida em 1820, são em 1834 encerrados todos os conventos de Portugal, expulsando o clero e os trabalhadores. Numa tentativa de sobrevivência, alguém do Mosteiro põe à venda nessa loja uns doces pastéis, rapidamente designados por "Pastéis de Belém".
Na época, a zona de Belém era distante da cidade de Lisboa e o percurso era assegurado por barcos de vapor. No entanto, a imponência do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém, atraíam os visitantes que depressa se habituaram a saborear os deliciosos pastéis originários do Mosteiro.
Em 1837, inicia-se o fabrico dos "Pastéis de Belém", em instalações anexas à refinação, segundo a antiga "receita secreta", oriunda do convento. Transmitida, e exclusivamente conhecida pelos mestres pasteleiros que fabricam artesanalmente na "Oficina do Segredo", esta receita mantém-se igual até aos dias de hoje








Quando entrar na fábrica, passe pela loja e dirija-se às salas seguintes. Do lado esquerdo vai encontrar um grande vidro que lhe permite ver o processo de desenformar os pasteis.





























































Finalmente é hora de nos dirigirmos a uma das salas onde são servidos os pasteis de Belém quentinhos...























E aqui comete-se o pecado da gula!... a maça folhada estaladiça  com um recheio de sabor único! É impossível comer só um...
























Finalmente, já com o deseja saciado e sem pensarmos em calorias, saímos para a rua e  podemos apreciar as montras da fábrica...















Castelo dos Mouros



Castelo dos Mouros

Sintra


"sintra é o único lugar do país em que a história se fez jardim. Porque toda a legenda converge para aí e os seus próprios monumentos falam menos do passado do que um eterno presente de verdura. E a memória do que foi mesmo em tragédia desvanece-se no ar ou reverdece numa hera de um muro antigo."

Vergílio Ferreira



O Castelo dos Mouros é uma fortificação militar que remonta ao séc. IX, período de ocupação muçulmana do território.
A sua função seria de atalaia, pela sua posição privilegiada face à vigilância da linha da costa de Lisboa.







Duas cinturas de muralhas contornam de forma irregular os blocos graníticos da serra, por entre penedos e sobre íngremes penhascos. Ao longo dos caminhos de ronda é possível admirar uma paisagem única que exibe, em primeiro plano, a vila, o Paço de Sintra, o Palácio da Pena e a serra e, para além destes, a extensa planície a norte e o oceano Atlântico.






 A configuração atual do Castelo dos Mouros é fruto de diversas campanhas e acontecimentos, destacando-se as intervenções realizadas durante a primeira dinastia, iniciadas por D. Afonso Henriques após a tomada de Lisboa e Santarém (1147); até à utilização da fortificação no reinado de D. Fernando I (1383); os danos causados pelo terramoto de 1755; as obras de restauro de D. Fernando II no século XIX, ao gosto romântico da época, e ainda as intervenções conduzidas pela Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, no século XX. Até à implementação do projeto de requalificação global “À Conquista do Castelo”, conduzido pela Parques de Sintra-Monte da Lua, o Castelo não teve grandes alterações.










O Castelo dos Mouros foi classificado como Monumento Nacional em 1910 e integra-se na Paisagem Cultural de Sintra, classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade desde 1995.








Por entre as ameias, podemos observar o Palácio Nacional de Sintra, também conhecido como Palácio da Vila.















À medida que vamos caminhando pelos caminhos da ronda, vamos ficando extasiados com a paisagem que observamos. Ao longe a ponte  25 de Abril e o Cristo Rei, mais perto palacetes envolvidos pela vegetação da serra...




Ao longe avista-se a  Quinta da Regaleira.
Pode ver o post da Quinta da Regaleira no Blog: AQUI

























 Vista para o Palácio da Pena

 














































Informações Adicionais:



Mapa do Castelo








1- 2ª cintura de Muralhas

2- Pano de Muralhas

3- Silos

4- Casa do Guarda

5- Sitio arqueológico

6- Memorial/Ossário

7- Igreja de S. Pedro de Canaferrim

8- Casa dos Cavaleiros

9- Alcáçova

10- Cisterna

11- Porta da traição

12- Torre real


Localização:

Estrada da Pena
2710-609 Sintra 

Morgado




 Morgado
(Doce conventual  de Évora)


Ingredientes:

250 gr de amêndoa pelada e moída grosseiramente
1 colher de sopa de manteiga sem sal
1 colher de sopa de farinha
6 ovos 
400 g de açúcar
200 gr de doce de gila


 Modo de preparar


Bata muito bem os ovos inteiros com o açúcar, adicione a manteiga derretida (não deve estar muito quente), junte a farinha peneirada, mexa para incorporar bem. Adicione a amêndoa e o doce de gila, envolvendo cuidadosamente. Depois dos ingredientes estarem todos ligados, verta o preparado para uma forma redonda forrada com papel vegetal, untada com manteiga e polvilhada com farinha.
Leve a cozer em forno aquecido. 

Cheesecake com molho de frutos vermelhos




Cheesecake com molho de frutos vermelhos


150 g de frutos vermelhos congelados
200 g de açúcar
6 folhas de gelatina
200 gr de amêndoa pelada e fatiada fininha
1 lata de leite condensado
150 g de manteiga
300 g de queijo ricotta
3 dl de natas
250 g de bolacha maria



Deite o açúcar num tacho, junte os frutos vermelhos, misture e leve ao lume brando mexendo de vez em quando até obter uma consistência de doce. Retire do lume e reserve. Ponha a gelatina a demolhar em água fria.
Triture as bolachas. Derreta a manteiga em banho-maria, junte-lhe a bolacha triturada e envolva bem.
Forre uma forma de fundo amovível com papel vegetal; junte o preparado da bolacha e pressione e alise bem com a ajuda de uma colher. Leve ao frigorífico.
Deite o leite condensado numa tigela. Derreta as folhas de gelatina ao lume sem deixar ferver e junte-as em fio ao leite condensado, batendo sempre.
Bata as natas em chantilly, adicione o queijo ricotta esmagado, bata bem, junte depois o preparado do leite condensado batendo sempre e adicione a amêndoa.
Retire a forma do frigorífico, verta-lhe a mistura anterior e leve novamente ao frigorífico até solidificar. Na hora de servir, desenforme e regue com o molho de frutos vermelhos que preparou. Salpique com frutos vermelhos. Pode servir com pequenas nozes de chantilly e topping chocolate.


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