sábado, 11 de abril de 2015

Mousse de dois Chocolates



Mousse de dois Chocolates










Ingredientes:


Para a Mousse de Chocolate branco

100 g de chocolate branco
3 claras 
2 colheres de sopa de açúcar
200 ml de natas frescas  


Para a Mousse de Chocolate Negro

150 gr de Chocolate negro (de boa qualidade)
4 ovos
125 g de manteiga
100 g de açúcar

Missangas de chocolate de leite para enfeitar



Preparação



 Mousse de Chocolate branco

Coloque metade das natas num tachinho pequeno e leve ao lume até estarem bem quentes mas sem ferverem. Retire do lume e adicione imediatamente o chocolate partido em pedacinhos pequenos, mexendo muito bem até o chocolate estar completamente derretido e formar um creme liso.
À parte bata as restantes natas com a batedeira (devem estar bem frescas, mas sem estarem congeladas), reserve.
Bata as claras em castelo adicionando aos poucos as duas colheres de açúcar.
Adicione as natas com o chocolate derretido às natas batidas mexendo lentamente. Adicione ao preparado anterior as claras em castelo, mexendo de cima para baixo com muito cuidado.


Mousse de Chocolate Negro

Num tacho em banho maria coloque o chocolate com a manteiga para derreterem. Mexa muito bem até formar um creme liso. Retire do lume.
Numa taça coloque as gemas e o açúcar e  bata muito bem  até  começar a ter um creme  esbranquiçado. Adicione o preparado do chocolate derretido com a manteiga.
À parte bata as claras em castelo bem firme. Adicione as claras ao preparado anterior mexendo lentamente de cima para baixo com muito cuidado. 


Montagem

Encha até meio com mousse de chocolate negro taças de vidro  individuais, finalizando com  mousse de chocolate branco. Enfeite com missangas de chocolate negro.
Leve ao frigorífico e sirva  bem fresco. 
















quinta-feira, 2 de abril de 2015

Amêndoas Caramelizadas



Amêndoas Caramelizadas









Amêndoas Caramelizadas

Ingredientes necessários:

1 chávena de chá de água
1 chávena de chá de amêndoas
1 chávena de açúcar (refinado branco)
Aroma de baunilha q.b.


As amêndoas utilizadas devem ser pequenas.

Coloque as amêndoas em água a ferver e retire-lhes a pele.  Num tabuleiro, espalhe as amêndoas e leve-as ao forno alguns minutos para torrarem.
(pode fazer com amêndoas com pele)

Numa frigideira anti-aderente leve ao lume o açúcar, o aroma de baunilha e a água, vá mexendo sempre, quando começar a alourar adicione as amêndoas.
Deixe caramelizar em lume brando mexendo sempre, até o açúcar atingir o ponto de areia e começar a cobrir as amêndoas.
Assim que o açucar aderir às amêndoas, retire imediatamente do lume e espalhe o preparado em cima da pedra da cozinha que deve estar  previamente untada com óleo para não pegar.
Muito rapidamente, com a ajuda de uma colher de pau separe todas as amêndoas.
Deixe arrefecer por completo.






domingo, 29 de março de 2015

Belém


Belém
... passeio ao pôr do sol!







Aproveite o fim do dia para apreciar o pôr do sol junto à torre de Belém.
















Padrão dos Descobrimentos



Isolado e destacado no paredão à beira do Tejo, o Padrão dos Descobrimentos evoca a expansão ultramarina portuguesa, sintetiza um passado glorioso e simboliza a grandeza da obra do Infante D. Henrique, o impulsionador das descobertas.



Da autoria do arquitecto  Cottinelli Telmo (1897 – 1948) e do escultor Leopoldo de Almeida (1898 – 1975), o Padrão do Descobrimentos foi erguido pela primeira vez em 1940, de forma efémera e integrado na Exposição do Mundo Português. Construído em materiais perecíveis, possuía uma leve estrutura de ferro e cimento, sendo a composição escultórica moldada em estafe (mistura de espécies de gesso e estopa, consolidada por armação ou gradeamento de madeira ou ferro).


Em 1960, por ocasião da comemoração dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique, o Padrão é reconstruído em betão e cantaria de pedra rosal de Leiria, e as esculturas em cantaria de calcário de Sintra. Em 1985 é inaugurado como Centro Cultural das Descobertas. O arquitecto Fernando Ramalho remodelou o interior, dotando o Padrão de um miradouro, auditório e salas de exposições.



Uma caravela estilizada faz-se ao mar, levando à proa o Infante D. Henrique e alguns dos protagonistas (32) da gesta ultramarina e da cultura da época, navegadores, cartógrafos, guerreiros, colonizadores, evangelizadores, cronistas e artistas, são retratados com os símbolos que os individualizam.
Um mastro estilizado, com orientação Norte – Sul, tem em cada uma das faces dois escudos portugueses, com cinco quinas, envolvidos por faixa com 12 castelos e ao centro várias flores-de-lis. Ao mastro adoçam-se, em cada face, três estruturas triangulares, curvas, dando a ilusão de velas enfunadas pelo vento.
A face norte é formada por dois gigantes de cantaria, onde se vêem inscrições em letras metálicas:
no lado esquerdo, sobre uma âncora: AO INFANTE D. HENRIQUE E AOS PORTUGUESES QUE DESCOBRIRAM OS CAMINHOS DO MAR;
o lado oposto, sobre uma coroa de louros: NO V CENTENÁRIO DO INFANTE D. HENRIQUE 1460 – 1960.


Ao centro um lanço de nove degraus dá acesso a um átrio com vista para toda a zona que circunda o Padrão. Um segundo lanço de cinco escadas, um portal com arco de volta perfeita e uma moldura formada pelas aduelas, dá acesso ao interior do monumento.
O Monumento é ladeado por duas esferas armilares em metal, sobre duas plataformas paralelepipédicas.







































 Santa Cruz




A primeira travessia aérea do Atlântico Sul foi concluída com sucesso pelos aeronautas portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral, em 1922, no contexto das comemorações do Primeiro Centenário da Independência do Brasil. A épica viagem iniciou-se em Lisboa, ao largo da Torre de Belém, às 16:30h de 30 de Março de 1922, empregando um hidroavião mono motor Fairey F III-D MkII, especialmente concebido para a viagem e equipado com motor Rolls-Royce. Sacadura Cabral exercia as funções de piloto e Gago Coutinho as de navegador. Este último havia criado, e empregaria durante a viagem, um horizonte artificial adaptado a um sextante a fim de medir a altura dos astros, invenção que revolucionou a navegação aérea à época. Embora a viagem tenha consumido setenta e nove dias, o tempo de voo foi de apenas sessenta e duas horas e vinte e seis minutos, tendo percorrido um total de 8.383 quilómetros.
Em 1991, um monumento da autoria dos arquitectos Martins Bairrada e Leopoldo Soares Branco e do escultor Domingos Soares Branco, é inaugurado próximo da Torre de Belém. Consiste numa réplica exacta em inox de um dos hidroaviões que fez a viagem, o Santa Cruz, tendo no seu interior os bustos, em tamanho natural, dos dois aviadores.








Torre de Belém


Construída estrategicamente na margem norte do rio Tejo, entre 1514 e 1520, para defesa da barra de Lisboa, é uma das jóias da arquitectura do reinado de D. Manuel, uma síntese entre a torre de menagem de tradição medieval e os primeiros dispositivos aptos para resistir ao fogo de artilharia. Mantém algumas salas de utilização civil com as características abóbadas quinhentistas, a casamata para o disparo da artilharia e a memória dos cárceres que ali funcionaram desde finais do século XVI. 






































Mosteiro dos Jerónimos


Obra-prima da arquitectura portuguesa do século XVI, classificado como Monumento Nacional e inscrito na lista de Património Mundial da UNESCO, o Mosteiro dos Jerónimos situa-se numa das zonas mais qualificadas de Lisboa, um cenário histórico e monumental junto ao rio Tejo onde também marcam forte presença a Torre e o Centro Cultural de Belém.
Ligado simbolicamente aos mais importantes momentos da memória nacional, o conjunto monástico fundado pelo rei D. Manuel conserva, ainda hoje, além da igreja manuelina, grande parte das magníficas dependências conventuais que contribuíram para a sua fama internacional, incluindo o Claustro quinhentista, o antigo Refeitório dos frades e a sala da Livraria.

















Bifes com natas cogumelos e laranja





Bifes de peru com natas cogumelos e laranja



Para duas pessoas

4 bifes de peru fininhos
4 dentes de alho 
200 gr de cogumelos portobello pequenos 
sal q.b.
2 folhas de louro
Pimenta q.b. 
margarina
óleo q.b.
1 embalagem de natas para culinária
1 laranja
 Preparação

Corte os bifes em tiras pequenas. Tempere com os alhos picadinhos finamente, sal, pimenta e louro. Frite em margarina à qual deve adicionar um fio de óleo.
Depois de fritos retire os bifes da frigideira e reserve. Adicione ao molho da fritura os cogumelos portobello fatiados, quando estes começarem a estar no ponto, adicione as raspas e o sumo de uma laranja, deixe apurar um pouco. Adicione as natas e deixe engrossar. Adicione os bifes fritos que estavam reservados, envolva com o molho e os cogumelos. Retire imediatamente do lume. 
Sirva acompanhado de rodelas de laranja e arroz de hortelã. 

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