quarta-feira, 1 de julho de 2015

Mercado de Estremoz


Mercado de Estremoz


Antigamente era através dos mercados de rua que os agricultores vendiam os seus produtos. Com o passar dos tempos, os mercados passaram a realizar-se em edifícios fechados com bancadas apropriadas à venda dos produtos, com melhores condições para os vendedores e para os consumidores.
Mas em algumas localidades do país os mercados de rua tradicionais têm-se mantido ao longo dos tempos, e são uma referencia para quem quer comprar produtos frescos de qualidade e também para turistas.
Um dos mais emblemáticos é o Mercado de Estremoz.
Aos sábados de manhã, no Rossio desta localidade, pode visitar o mercado semanal.
Além de frutas e legumes frescos de produtores da região,  ainda  encontra queijos e enchidos Alentejanos e  aves de capoeira.
Funciona em paralelo um mercado de velharias e antiguidades que merece ser visitado!








Nem a manhã de forte nevoeiro retirou a beleza ao mercado de Estremoz, muito pelo contrário, até lhe deu um ar misterioso.... quase como se recuasse-mos no tempo, e a Rainha Santa Isabel nos fizesse companhia enquanto deslizávamos pelo recinto do mercado encantados com tão belos produtos!















































Uma carrinha adaptada para a venda e transporte de perus!










Negociar um galo ou uma galinha parece algo simples.... mas garanto que não é!
Primeiro o animal é escolhido a "dedo" como se diz no Alentejo e depois é "acondicionado" de modo a seguir "confortável" para casa!
Mas não pensem que todos os animais que aqui se compram vão directos para o tacho! Não senhora, muitos deles vão para uma "casa" nova onde "eles" vão ter de fazer justiça à condição de macho, e garantirem que a raça não se perde...
E "elas" vão ter a tarefa diária de colocar um ovo  e de os chocarem, a não ser que queiram ser a cabidela do almoço de domingo!












































































O mercado de velharias e antiguidades merece um pouco da nossa atenção...





















E para reconfortar o estômago e dar descanso às pernas faça uma pausa na pastelaria que se emcontra junto ao mercado e não deixe de provar o típico "Bolo Rainha Santa", que é uma delicia!



A Rainha Santa Isabel faz parte da memória colectiva de todos os Estremocenses, quer devido à referência que foi, a nível nacional, enquanto embaixadora dos pobres e dos mais desfavorecidos, quer no que diz respeito à sua passagem e permanência no castelo de Estremoz, onde acabaria por falecer, a 4 de Julho de 1336.

A bondade da Rainha era conhecida de todos e é especialmente por essa sua característica que todos a reconhecem. São-lhe atribuídos muitos actos de caridade e, inclusive, a realização de vários milagres, sendo o Milagre das Rosas o mais conhecido.

Para além da sua bondade para com os mais pobres, a Rainha interveio várias vezes a favor da paz. Foi, aliás, uma dessas suas intervenções (tentar travar a guerra entre o seu filho e o rei de Castela) que a fez deslocar a Estremoz, onde, com 66 anos, debilitada e enfraquecida pela febre e pelo cansaço, acabaria por falecer.

Conta-se em Estremoz que, em homenagem à Rainha que sempre foi considerada santa, os Estremocenses quiseram reconhecer a sua gratidão pelas suas obras de caridade, pintando os rodapés das casas de cor preta, em sinal de luto, facto que, ainda hoje, se pode verificar em várias artérias do bairro medieval da cidade.

Este bolo típico da cidade, tem por finalidade homenagear a Rainha Santa Isabel.



















domingo, 31 de maio de 2015

A moda dos cadeados do amor


A moda dos cadeados do amor








A moda dos cadeados do amor transformou-se num fenómeno a nível mundial! Da Itália à Noruega, da Rússia ao Japão da Argentina à Bélgica em todos os países vimos pontes e monumentos ornamentados com cadeados coloridos!

Mas quem inventou a moda dos cadeados e qual o seu significado?



Esta moda mundial deve-se aos dois romances de Federico Moccia – Tre Metri sopra il Cielo (Três Metros Acima do Céu) e Ho Voglia di Te (Quero-te Muito).
De acordo com a lenda, ficarão para sempre juntos os amantes que em Roma  escreveremm os seus nomes num cadeado e o prenderem ao terceiro candeeiro no lado norte da Ponte Milvio, atirando a chave às águas do rio Tibre.
Deste modo o casal consegue amor eterno!


Os jovens apaixonados de Roma começaram a dirigir-se à ponte Ponte Milvio reproduzindo  a cena relatada por Federico Moccia.
Escreviam os seus nomes no cadeado, afixavam-no no poste  de iluminação da ponte e atiravam a chave ao rio, selando assim o seu amor!
O poste central de  iluminação da ponte começou a receber milhares de cadeados destes jovens enamorados, e dos turistas que visitavam o local e lhe seguiam o exemplo, acabando por cair com o peso em Julho de 2007!








Vários casos de desabamento de gradeamentos de pontes já aconteceram um pouco por todo o mundo, sendo um dos mais recentes o da ponte das Artes em Paris, onde  duas das barreiras laterais da ponte sobre o Sena não aguentaram o peso do amor provocado por milhares de cadeados. Informações recentes apontam para a possível remoção de todos os cadeados da ponte.









A moda dos cadeados estendeu-se a toda a Itália  e mais tarde a todo o mundo!
É vulgar verem-se placas municipais por todas as cidades europeias a proibirem a afixação de cadeados e a  a informarem os casais apaixonados que a jura de amor eterno selada com um cadeado,  pode sair-lhe bastante caro, com  multas muito pesadas para quem infringir as regras, mas em vão... Pontes, gradeamentos, postes, tudo serve para prender um cadeado e jurar amor eterno!









 

Camarão tropical



Camarão tropical









Camarão tropical

Ingredientes

500 gr de camarão médio
Azeite q.b.
6 dentes de alho
3 malaguetas pequenas
1/2 cerveja pequena
sumo de um limão
50 ml de rum 
Sal q.b.





Descasque os camarões crus deixando as cabeças e reserve.
Numa frigideira funda coloque o azeite as malaguetas, os alhos picados e  deixe alourar. Adicione os camarões, tempere com sal e deixe cozinhar, salteando durante cerca de 5 minutos.
Adicione o rum e com um isqueiro puxe fogo para retirar o álcool, quando a chama apagar adicione a cerveja e o sumo de limão, coloque num pirex a leve ao forno pré aquecido a 180º (depende do forno) cerca de 10 minutos.
Sirva acompanhado de tostas com patê de camarão.


Nota: para o patê de camarão, triture cerca de 10 camarões médios cozidos e descascados com uma gema de ovo cozida, adicione sal q,b., pimenta q.b. e maionese q.b. Sirva com tostinhas.
















Veja também a receita de Sapateira Aqui

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