segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Paço dos Duques de Bragança de Guimarães



Paço dos Duques de Bragança de Guimarães



O Paço dos Duques de Bragança de Guimarães foi mandado construir no século XV por D. Afonso, (filho ilegítimo do rei D. João I e de D. Inês Pires Esteves), 1º Duque da Casa de Bragança e 8º Conde de Barcelos, por altura do seu segundo casamento com D. Constança de Noronha (filha de D. Afonso, Conde de Gijón e Noronha e D. Isabel, Senhora de Viseu).

Essencialmente habitado durante o século XV, assistiu-se nas centúrias seguintes a um progressivo abandono e a uma consequente ruína, motivada por fatores políticos e económicos, que se foi agravando até ao século XX.
Entre 1937 e 1959 realizou-se uma ampla e complexa intervenção de reconstrução executada a partir de um projeto da responsabilidade do arquiteto Rogério de Azevedo. Paralelamente, procedeu-se à aquisição do recheio atual, composto por peças de arte datadas, essencialmente, dos séculos XVII e XVIII.
Elevado a Monumento Nacional desde 1910, ou seja, ainda antes da sua reconstrução, o Paço dos Duques de Bragança de Guimarães é atualmente um serviço dependente da Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) e integra o Museu (1º piso), uma ala destinada à Presidência da República (fachada principal, 2º piso) e uma vasta área vocacionada para diversas iniciativas culturais (no rés do chão).
O Paço dos Duques de Bragança de Guimarães é um dos Palácios Nacionais mais visitados por portugueses e estrangeiros.










Salão dos Passos Perdidos 


 Trata-se do salão de espera deste Paço. O nome é alusivo ao longo tempo de espera daqueles que pretendiam ser recebidos pelo Duque. 

O Salão dos Passos Perdidos está decorado com mobiliário português e indo-português dos séculos XVII e XVIII, nomeadamente os contadores Indo-portugueses, dois jarrões de porcelana da Companhia das Índias, com o brasão dos Melo e Sampaio, três potes e duas floreiras de porcelana chinesa. Nas paredes, algumas pinturas das quais destacamos a do Menino Jesus abraçado à Cruz. No chão há três tapetes persas. Duas grandes tapeçarias revestem a parede do lado do claustro. São reproduções das tapeçarias encontradas em Pastrana (Espanha), feitas sobre motivos provavelmente pintados por Nuno Gonçalves, pintor português do século XV, alusivos às campanhas de El-Rei D. Afonso V em África. A primeira representa “O Desembarque” das tropas portuguesas em Arzila e a segunda “O Cerco” que levou à conquista daquela praça em 1471. Num dos ângulos, um atril de ferro do século XVII, com um livro de cantochão do século XVIII e uma escultura representando Santa Bárbara, em calcário policromado, do século XVI.














Salão de Banquetes


No centro deste grande salão temos um conjunto de mesas de cavalete que são reproduções de mesas do séc. XV e sobre estas,  louças em estanho. Este salão está decorado com armários, mesas e arcas do séc. XVII. Sobre estes móveis há faianças, porcelanas e grés de fabrico português e oriental, dos séculos XVII a XVIII. Numa das paredes, a terceira reprodução das Tapeçarias de Pastrana — “O Assalto” a Arzila em 1471.










Sala dos Contadores

As paredes desta sala estão decoradas com duas tapeçarias de Bruxelas do século XVII que representam cenas de caça. O mobiliário é constituído por elementos dos séculos XVII e XVIII, dos quais se destacam cinco contadores, encontrando-se sobre estes, faianças da mesma época. Dois aquários de porcelana chinesa e uma poncheira em porcelana chinesa alusiva à Ordem da Jarreteira completam a decoração da sala.




Contador (Bargueño)
Madeira de nogueira. Interior pintado, dourado e com aplicações de marfim.
Porta frontal decorada com ferragens sobre veludo vermelho. Um só corpo.
Assenta sobre mesa de "pie de puente".
Móvel espanhol.
Séc. XVI (finais)?.





Sala de jantar íntima

Trata-se da sala privada de refeições, decorada com um tapete persa, mobiliário português do séc. XVII, um aquário e um prato de porcelana chinesa, gomis e outros elementos decorativos de estanho, cobre e faiança. A parede do fundo é revestida por uma tapeçaria que representa “Os Arúspices” e faz parte do conjunto de cinco tapeçarias flamengas do séc. XVII existentes no Paço, as quais evocam episódios da vida do cônsul romano Públio Décio Mus, segundo cartões de Rubens, assinadas por Jan Raes II.








Capela

O pórtico Capela do Paço dos Duques encontra-se encimado pelo brasão do 1º Duque da Casa de Bragança. De estilo gótico, apresenta uma nota curiosa dada pelos oito fustes de mármore, que se destacam de toda a construção granítica do Paço Ducal. Estes, elementos da estrutura do palácio de Çala-ben-Çala, Senhor de Ceuta, foram, segundo a tradição, trazidos por D. Afonso aquando da conquista daquela Praça em 1415.
Já no seu interior, na parede fundeira da Capela, veem-se quatro retábulos de madeira do séc. XVII. No chão, sob os painéis, um banco e uma arca em talha gótica, do séc. XVI. Os vitrais figurativos são uma obra recente do pintor vimaranense António Lino (1914-1996). Nas paredes laterais da Capela, reproduções de telas italianas: uma de Rafael, ”A Transfiguração” e outra de Domenichino, “A Última Comunhão de S. Jerónimo”.













Salão Nobre

Este salão, o maior de todos os compartimentos do Paço dos Duques, destinado às festas e receções, apresenta-se recheado com mobiliário português e flamengo do séc. XVII. Na parede voltada ao claustro podemos ver a quarta réplica das Tapeçarias de Pastrana, “A Entrada das forças portuguesas em Tânger” (1471), que se entrega sem resistência após a queda de Arzila. Aos lados, dois grandes anjos candelários em madeira entalhada, policroma, do séc. XVIII. Sobre o arcaz, à entrada do salão, um atril de ferro trabalhado, do séc. XVI. No chão, três tapetes persas.








Sala de S. Miguel

Um espelho ricamente entalhado ornamenta o espaço entre as janelas desta sala. Na chaminé está ornada por um conjunto entalhado com duas figuras de anjos sustentando uma coroa. Decoram também a sala, dois contadores espanhóis (bargueños) do séc. XVI e do XVII e uma cómoda do séc. XVIII. Algumas outras peças de mobiliário, uma terrina chinesa, dois jarrões, uma poncheira de porcelana oriental e uma imagem de S. Miguel, em calcário, do séc. XVI decoram a sala. Por fim, nas paredes, as últimas tapeçarias da coleção de Décio Mus, encontrando-se uma delas, ladeada por dois anjos candelários.








Sala do Cipião


Quatro tapeçarias flamengas do séc. XVII, assinadas por Andreas Van Den Dries, decoram as paredes desta sala. Representam cenas alusivas às segundas Guerras Púnicas: “Encontro de Cipião e Aníbal”, “Desembarque das Hostes de Cipião em Utica”, “Entrada Triunfal de Cipião em Cartago” e “Cipião Libertando uma Princesa Cartaginesa”. Decoram a sala: móveis portugueses dos séculos XVII e XVIII, dois grandes jarrões, um prato e uma poncheira de porcelana chinesa e diversos objetos de adorno em faiança, vidro e latão. O tapete é um exemplar persa do princípio do séc. XVII.







Quarto D. Catarina de Bragança


Aqui se encontra um retrato em tela da Rainha de Inglaterra, D. Catarina de Bragança (1638-1705), filha de El-Rei D. João IV de Portugal, e mulher de Carlos II de Inglaterra, cuja autoria se atribui aos discípulos de Lely. Na mesma parede, um “Cordeiro Pascal”, em tela, atribuído a Josefa d’Óbidos. Sobre a cómoda um livro-baldaquino forrado a veludo vermelho, com as armas de Cister e emblemas eucarísticos em aplicações de prata, do séc. XVIII. Uma cama portuguesa do século XVII, dois tapetes persas, uma tapeçaria francesa e alguns outros objetos de adorno completam o arranjo do quarto.









Como visitar



HORÁRIOS

Paço dos Duques de Bragança, Castelo de Guimarães e Igreja de S. Miguel:
Abertos todos os dias das 9.30 h às 18.15 h
Última admissão: 17.45 h
Encerra nos seguintes feriados:
1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1º de Maio e 25 de Dezembro.


PREÇOS DE INGRESSO

Paço dos Duques
Taxa normal: 5,00€ (sujeito a alterações)



Desconto de 50% (sujeito a alterações)

- Visitantes com idade igual ou superior a 65 anos*;
- Cartão de Estudante *;
- Cartão Jovem *;
- Família Numerosa (2 adultos + filhos) **;
- Bilhete Família (a partir de 4 elementos com ascendência e/ou descendência em linha reta, ou equivalente, comprovado legalmente) *.

* Requer comprovação documental.
** Requer comprovação documental emitida pela Associação Portuguesa de Famílias Numerosas.



OUTRAS INFORMAÇÕES (ACESSOS, TURÍSTICA, ESTACIONAMENTO)

Coordenadas GPS: 41º26'47'' N; 08º17'28'' O
Acessos: Por Auto-estrada:
A3 (Porto), com saída em Famalicão ou Santo Tirso A7 até Guimarães (ver mapa).
A11
A28, A7
Outras Informações: nos postos de Turismo da Câmara Municipal de Guimarães, na Praça de Santiago tel. 253 518 750.
Estacionamento: na rua Conde D. Henrique e parque de estacionamento do Largo da Mumadona (estacionamento pago) e Campo de S. Mamede, excepto às sextas-feiras (estacionamento gratuito). 




RESTRIÇÕES:

1.    Nas instalações do Paço dos Duques, Castelo e à Igreja de S. Miguel, além das restrições à entrada constantes no artigo 16º deste regulamento, os visitantes estão também sujeitos às seguintes restrições, não podendo:
1.1. Fumar;
1.2. Tocar nos objectos expostos;
1.3. Usar flash, tripés e outro tipo de dispositivos de suporte, tais como bastões de fotografia extensíveis ou “selfie-sticks”;
1.4. Filmar;
1.5. Comer e beber;
1.6. Utilizar telemóveis;
1.7. Correr ou saltar no percurso museológico;
1.8. Ter qualquer tipo de comportamento que possa incomodar ou pôr em risco a integridade física dos outros visitantes e dos funcionários;
1.9. Ter qualquer tipo de comportamento que possa pôr em risco a integridade dos monumentos ou dos bens, museológicos ou não, pertencentes aos monumentos.
2.    O público escolar está sujeito ainda a regras específicas que são enunciadas no Serviço Educativo.




Toda a informação histórica do palácio foi partilhada culturanorte










sexta-feira, 3 de julho de 2015

museu Van Gogh


Van Gogh Museum
(Amesterdão)


Inaugurado em 1973  este edifício foi desenhado pelo arquiteto De Stijl, Gerrit Rietveld e construído com o intuito de expor a colecção que o irmão de Van Gohg,  Theo, um negociante de arte, reuniu e que contava com 200 dos seus quadros e 500 desenhos. Estes combinados com cerca de 850 cartas que o pintor escreveu para Theo, assim obras escolhidas dos seus amigos e conterrâneos.
Mais tarde foi construído um pavilhão anexo que invade o Museumplein, projecto encomendado a Kishio Kurosawa em 1999, conhecido popularmente como “o mexilhão”










Vicent Van Gogh (1853-90), nascido em Zundert, teve uma vida curta, mas muito prolífica. Começou a pintar em 1880. Através das suas pinturas pode-se conhecer a sua biografia, da Holanda a Paris.
 Trabalhou nos Países baixos durante 5 anos antes de se mudar para Paris, instalando-se mais tarde em Arles. Após ter cortado parte de uma orelha e de a ter oferecido a uma prostituta local, deu entrada voluntariamente num hospício em Saint Remy onde a sua arte tomou uma forma expressionista. A sua angustia transparece na forma como pintou árvores deformadas e céus ameaçadores como no desolador campo de trigo com corvos, pouco depois de terminar este quadro suicidou-se com uma arma de fogo aos 37 anos.



 





 Entre as obras mais famosas expostas no museu, destacam-se Os comedores de Batatas  (1888) paradigma da sua sóbria etapa holandesa, A casa Amarela de Arles (1888) e o Quarto (1888), além de vários auto-retratos, quadros de girassóis e de flores que demonstram a sua mestria no uso da cor sob a intensa luz mediterrânica. A colecção permanente inclui muito dos seus objecto pessoais, como o jarro de leite oferecido pelo seu irmão e as mechas de lã que utilizava para estudar os contrastes de cor. As telas de Van Gogh estão no primeiro andar, nos restantes estão  expostos desenhos e estampas japonesas, além das obras dos seus amigos contemporâneos e outros pintores sobre os quais teve influência, como Gauguin, Toulouse-Lautrec, Monet e Bernard.











Os quadros do período holandês de Van Gogh e do seu tempo em Paris e na Provença estão no primeiro andar. A colecção de estudos, as exposições ocasionais dos desenhos de Van Gogh e outras exposições temporárias estão no segundo andar. Obras de outros artistas de século XIX estão no terceiro andar e no rés-do-chão, onde também há uma livraria e um café. A nova ala acolhe exposições temporárias.












  Os comedores de Batatas  (1888)

Paradigma da sua sóbria etapa holandesa.









 A casa Amarela de Arles (1888)















O quarto de Arles (1888)

Uma das obras mais conhecidas de Van Gogh, esta foi pintada para comemorar a estabilidade doméstica na Casa Amarela em Arles. Ficou tão contente com o quadro amarelo que o pintou duas vezes.














Os  Girassóis (1889)


Os amarelos e  verdes vivos nesta versão de Os Girassóis de van Gogh foram enriquecidos com pinceladas de malva-claro e vermelho.











Pietà (segundo Delacroix) (1889)

Van Gogh pintou este quadro quando estava no hospital em Saint-Rémy. Pensa-se que a imagem de Cristo é um auto-retrato.








 Corvos sobre as Searas (1890)



Os corvos ameaçadores e a violência  do céu num dos seus últimos quadros mostram a angustia mental de Van Gogh.











 As largas pinceladas e cores carregadas que caracterizam as obras de Van Gogh entre 1887-902 reflectem a a influencia da sua mudança para Paris em 1886 e do impressionismo na representação da sua rua e de cenas de café. Cansado da vida citadina, muda-se para Arles em 1888 onde,apaixonado pela intensa luz do sol e pelas cores brilhantes da Provença, pintou muitos dos seus melhores quadros. Adorava o sol, e o amarelo tornou-se cada vez mais predominante nos seus quadros, como por exemplo Ceia em La Crau e as séries dos Girassóis.









Informações:



Morada: Paulus Potterstraat, 7


Funciona das 10:00 às 18:00 diariamente e à sexta das 10:00 às 22:00


Encerra a 1 de Janeiro


Preço dos Bilhetes: Veja aqui


Eléctricos: 1,2,3,5, mas utilize o
Programar de Rotas nos transportes públicos: Aqui

Sendo uma das 5 principais atracções turísticas de Amesterdão, o museu tem por norma longas filas. Compre o bilhete antecipamdamente Aqui 

Para quem comprar o  I amsterdam City Card o bilhete para entrada no museu está incluído, não necessita estar na fila. Passe a longa fila que normalmente existe à entrada do museu, dirija-se aos seguranças que estão na entrada principal e mostre o cartão.
A compra deste cartão compensa bastante para quem pensa visitar alguns museus e atracções em Amesterdão, pois além dos transportes públicos tem grandes descontos incluídos. 





quinta-feira, 2 de julho de 2015

República Dominicana


República Dominicana



A República Dominicana é conhecida em todo o mundo pelo Merengue, esse ritmo quente e contagioso, que invadiu  os cinco continentes e se transformou no símbolo do país. 

Ocupando dois terços da isla La Española ou isla de Santo Domingo (constituída pela República Dominicana e pelo Haiti), num total de 48.671 km quadrados é a segunda maior ilha das Antilhas estando situada no centro do arquipélago muito perto do trópico de Câncer.

Mas quando se fala na República Dominicana, além do Merengue, o que nos vem à memória são as belas praias de areias brancas e água azul turquesa...










Altos de Chávon



Quando se teve de dinamitar a montanha acima do Rio Chavón para a construção de uma estrada em 1976,  Charles Bludhorn, presidente de uma empresa norte-americana, resolveu utilizar a pedra extraída da montanha para construir uma réplica de uma vila  Italiana do séc. XVI.

O projecto ficou a cargo do arquitecto dominicano Jose Antonio Caro e do designer italiano e cineasta Roberto Coppa.

Com a supervisão de Coppa, todo o projecto foi feito de forma artesanal. Com inicio em 1976 a vila foi inaugurada em 1982 com um concerto de Frank Sinatra.

Os Altos de Chavón foi construída como um centro de cultura para os dominicanos residentes, turistas e artistas que aqui trabalham



Passeie pelas ruas de paralelepípedos e aprecie a grandiosidade da arquitectura do passado, enquanto admira cada detalhe artesanal. Com várias lojas, boutiques, galerias de arte, restaurantes gourmet e um museu arqueológico são apenas alguns dos exemplos  que o espera entre as falésias coloridas de Altos de Chavón.









Igreja de Santo Estanislau

A  igreja de St. Stanislaus encontra-se no coração da vila dos Altos de Chavón. St. Stanislaus foi consagrado em 1979 pelo papa João Paulo II.

São celebradas missas católicas todas as semanas, e muitos casais casam nesta magnifica igreja.

 












 Anfiteatro

O anfiteatro dos Altos de Chavón foi construído em estilo grego. Tem 5.000 assentos e foi inaugurado em 1982 com um espectáculo do cantar Frank Sinatra.













Na zona envolvente dos Altos de Chavón pode dar um passeio e apreciar a natureza...




































Rio Chavón

O Rio Chavón  ficou famoso pelos filmes que foram filmados nas suas margens, entre eles estão: "Apocalypse Now", dirigido por Francis Ford Coppola, cenas de ambos os "Rambo": First Blood Part II e Rambo III e "Jurassic Park" dirigido por Steven Spielberg!






Ilha Saona 



A ilha Saona  pertence à República Dominicana, e está integrada no Parque Nacional del Este. É um grande pólo turístico, pois todos os operadores vendem viagens de um dia para se visitar a Ilha, com almoço incluído.  Umas das particularidades desta visita, é o barco que transporta os turistas até à Ilha, parar em alto mar numas piscinas naturais, e onde um dos tripulantes mergulha para apanhar algumas estrelas do mar, que depois de bem observadas pelos turistas voltam ao seu habitat... no meio de alguns mergulhos, é servido rum que os dominicanos denominam "Vitamina R"!









Um paraíso para os apaixonados por águas cristalinas, areias brancas com palmeiras embaladas pela brisa...






Punta Cana

Punta Cana é famosa pelos seus 8 km de praias de areia branca e águas cristalinas, assim como pelos  seus resorts all inclusive.
Este paraíso tropical é dos mais acessíveis das Caraíbas o que faz dele também um dos mais procurados.
Punta Cana fica localizada a sudeste da República Dominicana.



























Actividades desportivas

Actividades desportivas e de lazer não faltam em Punta Cana, muitos resorts têm algumas actividades incluídas no preço.
Barcos com fundo de vidro para se apreciarem os corais e a vida marinha, jet skis, winsurf, caiaque e parasailing, são algumas das muitas actividades que pode usufruir em Punta Cana.





Gastronomia

A bebida mais típica na República Dominicana é o Rum, denominado pelos dominicamos de "Vitamina R", em todos os bares dos resorts encontra dezenas de cocktails à base de rum. Também não pode deixar de provar a cerveja Presidente fabricada na Republica Dominicana e a "Mama Juana" uma bebida típica feita à base de rum, canela, raízes, mel, etc... e que segundo os dominicanos é um poderoso afrodisíaco para os homens.
Os pratos dominicanos misturam arroz, carne, peixe e mariscos. A gastronomia Dominicana tem influencia Espanhola, Africana e Crioula.
Nos resorts encontra comida internacional e nacional.









O Restaurante mais famoso de Punta Cana para se comer marisco, é o Capitain Cook. 
O restaurante é a beira mar, as mesas estão colocadas na areia, tem ambiente descontraído (podemos comer em fato de banho). 
Não é barato (nem chegamos muito bem a saber o que facturaram), mas vale a pena!











Informações adicionais


Clima

Clima tropical marítimo.
A estação dos ciclones estende-se de Junho a Novembro.
Língua
A língua oficial é o espanhol.
Moeda local / Sistema Bancário
Peso dominicano.
Regime de entrada e saída
O passaporte deverá ter a validade de 6 meses. Uma taxa de saída é recebida pela metade aquando da emissão do bilhete de avião, e a outra metade à saída do país. É imperativo ter essa quantia consigo para o embarque do voo de regresso.
Condições de segurança
Deficientes.
A República Dominicana atravessa um período difícil provocado pela degradação da situação económica e social, em que a inflação crescente tem vindo a provocar greves gerais que periodicamente paralisam o país. Os bairros centrais da capital e as regiões turísticas nunca foram, no entanto, afectadas por esses movimentos. Os serviços de hotelaria têm funcionado sempre normalmente.
Há um evidente crescimento da delinquência constituindo os turistas alvos preferenciais sendo, por vezes, vitimas de roubos de documentos de identidade, dinheiro e bagagens.
Deverá manter as habituais cautelas de segurança. Guarde os seus documentos (passaporte, bilhete de identidade, bilhetes de avião, carta de condução, etc) no cofre do hotel e mantenha sempre consigo uma cópia dos mesmos.
Transportes
O estado geral da rede rodoviária é médio. Na época das chuvas a circulação é muito difícil. É preferível utilizar um táxi, barato e relativamente seguro.
Os seguros de viação são praticamente inexistentes e é muito frequente que polícias pouco escrupulosos tentem extorquir aos turistas somas avultadas invocando uma hipotética contravenção ao código da estrada.
Evite alugar um carro sem motorista, uma vez que a circulação é perigosa. É aconselhável não circular à noite fora das cidades e manter sempre as portas trancadas. Não dê boleia a estranhos, pois podem ser ladrões disfarçados.
Cuidados de saúde
É indispensável que qualquer pessoa que se desloque à República Dominicana faça, antes da partida, um seguro que cubra totalmente os encargos com eventuais despesas de saúde no local, bem como os custos de um repatriamento sanitário. Os honorários dos estabelecimentos hospitalares locais de qualidade são muito elevados e devem ser pagos em dólares imediatamente.
Aconselha-se que consulte o seu médico antes de viajar, dando-lhe a conhecer os perigos que existem neste momento. São recomendadas as vacinas contra a difteria, o tétano, a poliomielite, a febre tifóide, as hepatites A e B e a raiva.
Aconselha-se o consumo de água engarrafada, que se vende facilmente em todo o país. Preferencialmente, exija que a garrafa seja aberta à sua frente.
Evite tomar banho em praias não vigiadas e em água doce.
Comunicações
A rede telefónica é boa.
O uso de telemóveis é possível.
Informações úteis
Desaconselha-se a frequência de praias não assinaladas.
Notas:
Não existe representação diplomática portuguesa na República Dominicana, sendo os assuntos de carácter consular acompanhados pelo Consulado Geral de Portugal em Nova Iorque.
Posto honorário de Portugal na República Dominicana
Consulado Honorário em Santo Domingo
Cônsul honorária: Llilda Solano 
Chancelaria: C/Max Henriquez Ureña nº 34, Santo Domingo, RD
República Dominicana
Telefone: +(1 809)  549-3446
Fax: +(1 809) 566-5075
Endereços das representações consulares portuguesas (postos e secções consulares) no estrangeiro:
Endereços das representações estrangeiras (diplomáticas e consulares) em Portugal:
As informações adicionais anteriores são partilhadas daqui








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