domingo, 3 de abril de 2016

Fábrica de Chá Gorreana


Fábrica de Chá Gorreana
(São Miguel - Açores)






A Fábrica de Chá Gorreana funciona ininterruptamente desde 1883 na Ilha de São Miguel e é um marco incontornável na história, na economia e no turismo do arquipélago dos Açores.
Sendo actualmente a única plantação de chá da Europa, a Gorreana produz um chá considerado de primeira classe.


As centenas de quilómetros de plantação de chá (camélia sinensis) estendem-se das montanhas  até ao mar. Um produto 100% biológico, pois derivado ao clima da ilha as plantações não são afectadas por pragas, o que permite obter um chá puro, sem químicos, corantes ou conservantes.
A colheita realiza-se manualmente entre os meses de Abril e Setembro.








O edifício da Fábrica de Chá Gorreana situa-se junto à estrada, e é impossível passar despercebido, devido às letras vermelhas  pintadas na fachada com o nome da fábrica.





A Fábrica de  Chá Gorreana é um museu vivo, carregado de história e tradição, onde  máquinas Marshal originais datadas de 1840 ainda se encontram em funcionamento.




Actualmente as plantações da Gorreana cobrem uma área de 32 hectares de onde se produzem cerca de 33 toneladas de chá por ano nas variedades de preto e verde. 

























Trilho pedestre chá Gorreana

Esta pequena rota do chá, começa e acaba junto à Fábrica de Chá Gorreana.
Um percurso circular com cerca de 6 km, com duração média de 2 horas






O cheiro do chá fresco e das flores que circundam a propriedade associados à vista deslumbrante sobre o mar azul e o verde inebriante das montanhas ficam na memória de quem visita a Gorreana.






O chá Gorreana tem um sabor muito suave e agradável!
Aliando o prazer de uma chávena de chá aos benefícios para a saúde, dado que contém antioxidantes que evitam a degenerescência de células responsáveis por mais de 50 doenças, temos a combinação perfeita!







Dicas para visitar



Morada

Gorreana – 9625-304 Maia

São Miguel – Açores (Portugal)



Horários para visitar



Segunda a Sexta

8:00 - 20:00

Sábados e Domingos

9:00 - 20:00


sexta-feira, 1 de abril de 2016

Feijoada de lebre


Ingredientes


1 lebre limpa com cerca de 1 kg
1 chouriço
200 gr de toucinho de porco
500 g de feijão branco cozido
2 cebolas médias
Folhas de espinafre ou repolho lombardo q.b.
8 dentes de alho
1 colher de sopa de polpa tomate
2 dl de vinho branco
Azeite q.b.
1 colher (chá) de colorau
2 folhas de louro
1 malagueta
1 raminho de salsa q.b.
Sal q.b.
Pimenta q.b.






Preparação


Corte a lebre em pedaços e tempere-a com sal,  salsa,  louro,  malagueta,  vinho branco, os alhos picados, colorau e as cebolas picadas grosseiramente. Deixe a  marinar de um dia para o outro.

Coloque o feijão de molho de um dia para o outro. Coza o feijão e reserve.

Num tacho coloque o azeite, o toucinho inteiro e o chouriço às rodelas. Leve ao lume. Quando o azeite estiver bem quente, coloque a lebre escorrida e reserve a marinada.
Deixe  fritar um pouco.  Quando a lebre começar a estar corada regue-a com o liquido da marinada. Adicione uma colher de sopa de polpa de tomate e pimenta moída na hora.
Deixe  cozinhar, adicionando de vez em quando um pouco da água da cozedura do feijão.
Um pouco antes da lebre estar cozida, adicione folhas de espinafre ou de repolho lombardo.
Adicione o feijão cozido e escorrido.
Deixe apurar.
Retire o toucinho, corte-o em pedaços e coloque-o novamente no tacho.
Sirva bem quente!

















terça-feira, 22 de março de 2016

Cozidinho de grão com cardos


Cozidinho de grão com cardos


Nada mais agradável que comprarmos os produtos hortícolas fresquinhos directamente aos produtores.
Desta vez visitámos o mercado de Évora que se realiza aos sábados de manhã na Praça 1º de maio, perto do Jardim Público de Évora, do Rossio, da Igreja de S. Francisco e da não menos célebre Capela dos Ossos.
Os pequenos agricultores vendem os seus produtos em redor do edifício do mercado e conseguimos encontrar aqui um pouco de tudo o que se produz na região.
Desta vez encontramos cardos selvagens! Uma delicia!
Existem várias formas de confeccionar os cardos, podem ser feitos com feijão, alimados ou em sopas e cozidos.
Nós optamos por fazer um cozidinho de grão com cardos em lume de chão que ficou excelente.










Cardos à venda no mercado de Évora







Apesar de já terem sido retiradas as folhas que picam, os cardos têm de ser arranjados de modo a ficar só o caule.




Aqui estão prontos a serem cozinhados




O grão deve ser colocado em água de um dia para o outro.







Ingredientes


1/2 chispe
1/2 kg de carne de vaca
200 gr de entremeada
200 gr de toucinho
1 linguiça
1 farinheira
Grão q.b.
Abóbora q.b.
1 molho grande de agrião
Feijão verde q.b.
2 batatas
2 cenouras
1 nabo
1 molho de cardos
Sal q.b.
1 molho de hortelã


Coloque o grão  em água de um dia para o outro.
Coza o grão com as carnes e os enchidos (excepto a farinheira) em água e sal.
Descasque as batatas, os nabos e as cenouras e a abóbora e corte-os em quartos. Corte o feijão verde e os cardos em pedaços. Arranje o agrião.
Coloque os legumes lavados dentro de uma panela e cubra-os com o caldo da cozedura das carnes e do grão. Leve a cozer lentamente.
Coza a farinheira à parte num pouco de caldo da cozedura das carnes.

Quando os legumes estiverem a meio da cozedura adicione o grão cozido e o restante caldo e rectifique o sal.
Logo que esteja cozido coloque um ramo de hortelã.
Sirva com sopas de pão acompanhado das carnes.
















segunda-feira, 21 de março de 2016

Alcácer do Sal



Alcácer do Sal


Contornada pela estrada principal, a cidade antiga de Alcácer do Sal (do árabe al-qasr, que significa castelo) está pacificamente aninhada na margem norte do rio Sado.
O imponente castelo terá sido um castro desde o século VI a.C.
Os Fenícios estabeleceram aqui um porto comercial, e mais tarde o castelo tornou-se numa fortaleza dos Romanos.
Reconstruído pelos Mouros, foi finalmente conquistado por D. Afonso II em 1217.

Recebeu foral em 1218. Em 1220, a região foi instituída Cabeça da Ordem de Santiago. Já no séc. XVI, assistiu a um novo impulso de crescimento comercial, com a grande produção de sal, cuja riqueza foi aplicada na construção de igrejas e palácios, sendo também fundado o convento Carmelita de Aracelli, que ocupará o castelo até 1834.

Em 1495 assistiu à aclamação de D.Manuel I como rei de Portugal e, em 1502, ao nascimento do célebre matemático Pedro Nunes. Saliente-se ainda a importância de Alcácer na sustentação dos Descobrimentos portugueses. A qualidade do pinheiro manso que abundava na região foi tida como especialmente conveniente para algumas peças da construção naval, tendo essa madeira sido largamente utilizada na construção das embarcações.






Ponte Metálica Levadiça de Alcácer do Sal

Foi construída entre 1941 e 1945, substituindo a ponte de madeira existente na altura  que se encontrava em muito mau estado de conservação.

















Barcos de pesca do rio Sado




Aves no estuário do Sado

Uma das maiores zonas húmidas do país, o estuário do Sado é também um dos melhores locais para observação de aves em qualquer época do ano.





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