quarta-feira, 20 de abril de 2016

Caracóis


Caracóis 







Ingredientes


1 kg de caracóis
4 dentes de alho
1 cebola média
Sal q.b.
1 ramo grande de oregãos
Cerveja (25 ml)
Azeite q.b.
1 malagueta


Preparação

Lave muito bem os caracóis em várias águas, até  ficarem  sem impurezas, tendo algum cuidado
para não partir as cascas. 
Coloque os caracóis num tacho grande e adicione  água fria só até  cobrir.
Deixe o tacho tapado a repousar cerca de duas horas para os caracóis saírem da casca.
Coloque o tacho ao lume com a chama no máximo.
Passados 5  minutos apague o fogão.
Escorra a água dos caracóis e passe-os por água corrente para saírem as restantes impurezas.
Coloque um fio de azeite no fundo do tacho e adicione a cebola e os alhos picados.
Quando a cebola começar a estar transparente, adicione os caracóis, o sal e a malagueta.
Regue com a cerveja e deixe levantar fervura. Adicione um pouco mais de água até cobrir 
os caracóis.
Junte o molho de oregãos e deixe cozer cerca de 10 minutos.
Deixe repousar pelo menos uma hora para os caracóis ganharem o gosto dos temperos.
Antes de servir volte a aquecer.
Sirva bem quentes acompanhados de pão torrado com manteiga.



domingo, 3 de abril de 2016

Bolinhos de Azeite


Bolinhos de Azeite








Ingredientes

1 chávena de azeite
2 chávenas de açúcar escuro
5 ovos
1 colher de café de erva doce em pó
1 colher de chá de canela
Raspas de um limão
1 cálice de vinho do Porto
Farinha com fermento q.b.


Preparação

Bata os ovos com o açúcar, adicione o azeite a erva doce, a canela, as raspas do limão e o vinho do Porto! Misture todos os ingredientes muito bem.
Adicione farinha com fermento, até obter uma massa grossa com que se possa moldar os bolinhos.
Forre um tabuleiro com papel vegetal, pincele com azeite e leve a cozer em forno pré aquecido a 180º.












Veja também como fazer Cornucópias Aqui

Fábrica de Chá Gorreana


Fábrica de Chá Gorreana
(São Miguel - Açores)






A Fábrica de Chá Gorreana funciona ininterruptamente desde 1883 na Ilha de São Miguel e é um marco incontornável na história, na economia e no turismo do arquipélago dos Açores.
Sendo actualmente a única plantação de chá da Europa, a Gorreana produz um chá considerado de primeira classe.


As centenas de quilómetros de plantação de chá (camélia sinensis) estendem-se das montanhas  até ao mar. Um produto 100% biológico, pois derivado ao clima da ilha as plantações não são afectadas por pragas, o que permite obter um chá puro, sem químicos, corantes ou conservantes.
A colheita realiza-se manualmente entre os meses de Abril e Setembro.








O edifício da Fábrica de Chá Gorreana situa-se junto à estrada, e é impossível passar despercebido, devido às letras vermelhas  pintadas na fachada com o nome da fábrica.





A Fábrica de  Chá Gorreana é um museu vivo, carregado de história e tradição, onde  máquinas Marshal originais datadas de 1840 ainda se encontram em funcionamento.




Actualmente as plantações da Gorreana cobrem uma área de 32 hectares de onde se produzem cerca de 33 toneladas de chá por ano nas variedades de preto e verde. 

























Trilho pedestre chá Gorreana

Esta pequena rota do chá, começa e acaba junto à Fábrica de Chá Gorreana.
Um percurso circular com cerca de 6 km, com duração média de 2 horas






O cheiro do chá fresco e das flores que circundam a propriedade associados à vista deslumbrante sobre o mar azul e o verde inebriante das montanhas ficam na memória de quem visita a Gorreana.






O chá Gorreana tem um sabor muito suave e agradável!
Aliando o prazer de uma chávena de chá aos benefícios para a saúde, dado que contém antioxidantes que evitam a degenerescência de células responsáveis por mais de 50 doenças, temos a combinação perfeita!







Dicas para visitar



Morada

Gorreana – 9625-304 Maia

São Miguel – Açores (Portugal)



Horários para visitar



Segunda a Sexta

8:00 - 20:00

Sábados e Domingos

9:00 - 20:00


sexta-feira, 1 de abril de 2016

Feijoada de lebre


Ingredientes


1 lebre limpa com cerca de 1 kg
1 chouriço
200 gr de toucinho de porco
500 g de feijão branco cozido
2 cebolas médias
Folhas de espinafre ou repolho lombardo q.b.
8 dentes de alho
1 colher de sopa de polpa tomate
2 dl de vinho branco
Azeite q.b.
1 colher (chá) de colorau
2 folhas de louro
1 malagueta
1 raminho de salsa q.b.
Sal q.b.
Pimenta q.b.






Preparação


Corte a lebre em pedaços e tempere-a com sal,  salsa,  louro,  malagueta,  vinho branco, os alhos picados, colorau e as cebolas picadas grosseiramente. Deixe a  marinar de um dia para o outro.

Coloque o feijão de molho de um dia para o outro. Coza o feijão e reserve.

Num tacho coloque o azeite, o toucinho inteiro e o chouriço às rodelas. Leve ao lume. Quando o azeite estiver bem quente, coloque a lebre escorrida e reserve a marinada.
Deixe  fritar um pouco.  Quando a lebre começar a estar corada regue-a com o liquido da marinada. Adicione uma colher de sopa de polpa de tomate e pimenta moída na hora.
Deixe  cozinhar, adicionando de vez em quando um pouco da água da cozedura do feijão.
Um pouco antes da lebre estar cozida, adicione folhas de espinafre ou de repolho lombardo.
Adicione o feijão cozido e escorrido.
Deixe apurar.
Retire o toucinho, corte-o em pedaços e coloque-o novamente no tacho.
Sirva bem quente!

















terça-feira, 22 de março de 2016

Cozidinho de grão com cardos


Cozidinho de grão com cardos


Nada mais agradável que comprarmos os produtos hortícolas fresquinhos directamente aos produtores.
Desta vez visitámos o mercado de Évora que se realiza aos sábados de manhã na Praça 1º de maio, perto do Jardim Público de Évora, do Rossio, da Igreja de S. Francisco e da não menos célebre Capela dos Ossos.
Os pequenos agricultores vendem os seus produtos em redor do edifício do mercado e conseguimos encontrar aqui um pouco de tudo o que se produz na região.
Desta vez encontramos cardos selvagens! Uma delicia!
Existem várias formas de confeccionar os cardos, podem ser feitos com feijão, alimados ou em sopas e cozidos.
Nós optamos por fazer um cozidinho de grão com cardos em lume de chão que ficou excelente.










Cardos à venda no mercado de Évora







Apesar de já terem sido retiradas as folhas que picam, os cardos têm de ser arranjados de modo a ficar só o caule.




Aqui estão prontos a serem cozinhados




O grão deve ser colocado em água de um dia para o outro.







Ingredientes


1/2 chispe
1/2 kg de carne de vaca
200 gr de entremeada
200 gr de toucinho
1 linguiça
1 farinheira
Grão q.b.
Abóbora q.b.
1 molho grande de agrião
Feijão verde q.b.
2 batatas
2 cenouras
1 nabo
1 molho de cardos
Sal q.b.
1 molho de hortelã


Coloque o grão  em água de um dia para o outro.
Coza o grão com as carnes e os enchidos (excepto a farinheira) em água e sal.
Descasque as batatas, os nabos e as cenouras e a abóbora e corte-os em quartos. Corte o feijão verde e os cardos em pedaços. Arranje o agrião.
Coloque os legumes lavados dentro de uma panela e cubra-os com o caldo da cozedura das carnes e do grão. Leve a cozer lentamente.
Coza a farinheira à parte num pouco de caldo da cozedura das carnes.

Quando os legumes estiverem a meio da cozedura adicione o grão cozido e o restante caldo e rectifique o sal.
Logo que esteja cozido coloque um ramo de hortelã.
Sirva com sopas de pão acompanhado das carnes.
















segunda-feira, 21 de março de 2016

Alcácer do Sal



Alcácer do Sal


Contornada pela estrada principal, a cidade antiga de Alcácer do Sal (do árabe al-qasr, que significa castelo) está pacificamente aninhada na margem norte do rio Sado.
O imponente castelo terá sido um castro desde o século VI a.C.
Os Fenícios estabeleceram aqui um porto comercial, e mais tarde o castelo tornou-se numa fortaleza dos Romanos.
Reconstruído pelos Mouros, foi finalmente conquistado por D. Afonso II em 1217.

Recebeu foral em 1218. Em 1220, a região foi instituída Cabeça da Ordem de Santiago. Já no séc. XVI, assistiu a um novo impulso de crescimento comercial, com a grande produção de sal, cuja riqueza foi aplicada na construção de igrejas e palácios, sendo também fundado o convento Carmelita de Aracelli, que ocupará o castelo até 1834.

Em 1495 assistiu à aclamação de D.Manuel I como rei de Portugal e, em 1502, ao nascimento do célebre matemático Pedro Nunes. Saliente-se ainda a importância de Alcácer na sustentação dos Descobrimentos portugueses. A qualidade do pinheiro manso que abundava na região foi tida como especialmente conveniente para algumas peças da construção naval, tendo essa madeira sido largamente utilizada na construção das embarcações.






Ponte Metálica Levadiça de Alcácer do Sal

Foi construída entre 1941 e 1945, substituindo a ponte de madeira existente na altura  que se encontrava em muito mau estado de conservação.

















Barcos de pesca do rio Sado




Aves no estuário do Sado

Uma das maiores zonas húmidas do país, o estuário do Sado é também um dos melhores locais para observação de aves em qualquer época do ano.





Cracas dos Açores




Cracas dos Açores







As cracas são um crustáceo marinho, aparentado com os percebes. Quando atingem a idade adulta o exoesqueleto já está calcificado, sendo composto por várias placas. As colónias fixam-se nas rochas sendo muito difícil retira-las, recorrendo-se  normalmente à ajuda de um martelo.
Entre as espécies mais apreciadas encontram-se a Megabalanus azoricus, uma craca de grandes dimensões que se reproduz nos Açores. 
Ao contrário das cracas do continente que são muito pequeninas, estas cracas são grades e deliciosas.

Apesar de ser um crustáceo um pouco estranho aconselho a provarem, é uma delicia! Com um sabor a mar indescritível!


Como prepará-las:


As cracas devem ser cozidas sem se retirarem as algas durante quarenta minutos em bastante água do mar.
Os bicos devem ficar sempre virados para cima.
Depois de cozidas,  retiram-se da panela com os bicos virados para cima e deixam-se arrefecer.
Comem-se frescas,  abrindo-se a tampa do casulo  com a ajuda de um pequeno garfo de marisco e extraindo-se a parte comestível. O liquido que fica no interior do casulo deve ser bebido de seguida.

Este  petisco é  caro, mas delicioso... com um incomparável sabor a mar!





 Veja também a receita de camarão Aqui

sábado, 19 de março de 2016

Porto Covo



Porto Covo
(Alentejo)

Inicialmente foi uma aldeia piscatória, mas depressa as suas magnificas praias consideradas das mais belas do país cativaram os turistas.

Os primeiros registos de Porto Covo remontam aos  meados do século XIII, com apenas quatro casas. No entanto Jacinto Fernandes Bandeira, um comerciante da alta burguesia Pombalina encantou-se pelo local nos finais do século XVIII, e mandou fazer um projecto para a edificação de uma localidade inspirado no traçado  da baixa pombalina de Lisboa.
A enseada e o ancoradouro do Pessegueiro eram utilizados como portos piscatórios e de comércio.







Praias de Porto Covo

Uma das maiores atracções de Porto Covo são as suas magnificas praias, consideradas das mais belas e naturais do país, rodeadas por falésias, revelam-se pequenos paraísos sendo  muito procuradas pelas suas areias brancas e águas cristalinas.
A Praia Grande situada na localidade é uma das mais procuradas pelos turistas, tem bandeira azul e é muito frequentada por surfistas. A não perder também a Praia Pequena, a Praia da Samoqueira, a Praia do Espingardeiro, a Praia dos Aivados, a Praia da Cerca Nova, a Praia da Foz, a Praia dos Buizinhos e Praia da Ilha do Pessegueiro, entre outras.
















Largo Marquês de Pombal

No coração do centro histórico da Aldeia de porto Covo, situa-se o Largo Marquês de Pombal, cuja planta remonta a 1789-1794.
Uma maravilha em termos arquitectónicos!
O largo é rodeado por casas de traço Alentejano com rodapé azul. Ao centro encontra-se um chafariz de pedra ladeado por duas palmeiras.
A Igreja de Nossa Senhora da Soledade, principal monumento da aldeia, também ela enquadrada no traço do largo destaca-se pela sua beleza.








Igreja de Nossa Senhora da Soledade

A Igreja de Porto Covo alberga a imagem da santa padroeira da localidade (Nossa Senhora da Soledade).
Foi construída no século XVIII com projecto de Joaquim Guilherme d'Oliveira.



























Podemos encontrar artesanato típico  Alentejano em várias lojas do largo.











O Porto de Porto Covo





Ilha do Pessegueiro

Em frente a Porto Covo encontra-se a Ilha do Pessegueiro, onde se pode apreciar as ruínas de uma fortaleza do século XVII e as ruínas de um porto romano. No Verão, é possível visitar a ilha fazendo a travessia em barcos de pesca ou em passeios organizados com guias.









Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina


O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV) estende-se desde São Torpes, a sul de Sines, até ao Burgau, já na costa sul algarvia, numa faixa marítima de dois km de largura que acompanha a Área Protegida em toda a sua extensão. Abrange territórios nos concelhos de Aljezur, de Odemira, de Sines e de Vila do Bispo.



Para desfrutar da paisagem, opte por chegar a porto covo pela estrada nacional, passando pelo Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. Paisagens magnificas, onde a estrada parece dividir dois mundos completamente distintos..... de um lado temos mar, dunas, arribas.... do outro lado temos explorações agrícolas, onde podemos apreciar diversos animais nas pastagens, incluindo avestruzes....











O que comer

A base da gastronomia tradicional do concelho de Sines é o peixe e o marisco. Às lotas do concelho chegam todos os dias os ingredientes frescos que fazem a fama dos numerosos restaurantes de Sines e Porto Covo.


















Notas:




Posto de Turismo de Porto Covo
37.851826,-8.790519
Largo do Mercado - Porto Covo
Telefone: +351 269 959 124


Parque de Campismo


O parque de campismo de Porto Covo, situa-se em Porto Covo, a 500m do mar.  O parque de campismo está dotado de diversas infra-estruturas de apoio, tais como bar convívio, restaurante, mini-mercado, piscina, campo de jogos e parque infantil. Por outro lado, possui também uma estação de serviço para autocaravanas.



Como chegar: 


Saindo de Sines, tome a Estrada Nacional 120 e, após ter percorrido 19 km, vire à direita e siga até Porto Covo.




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