quarta-feira, 15 de junho de 2016

Bolo de chocolate





Bolo de chocolate

Ingredientes

Bolo

4 ovos médios
1 chávena de chá de iogurte natural
200 g de manteiga
3 chávenas de chá de farinha com fermento
2 chávenas de chá de açúcar
3 colheres de sopa de cacau em pó
1 colher  de chá bem cheia de extracto de baunilha
2 colheres de chá de bicarbonato de sódio
1 chávena de chá de café (liquido) a ferver


Cobertura

200 ml de  natas
200 g de chocolate negro
1 colher de chá de manteiga



Preparação

Numa taça coloque a farinha e o bicarbonato de sódio peneirados. Junte os restantes ingredientes e bata muito bem até obter um creme homogéneo.
Leve a cozer a forno pré-aquecido a 160º cerca de 60 minutos (depende do forno, convém fazer o teste do palito) em forma redonda de mola, forrada com papel vegetal e untada com manteiga e polvilhada com farinha.
Retire o bolo do forno e deixe arrefecer completamente.

Preparação da cobertura

Derreta o chocolate com as natas no microondas e mexa muito bem. Adicione a manteiga para a ganache ficar mais brilhante. Misture tudo muito bem.
Cubra o bolo e enfeite com raspas de chocolate.



Nota: Se pretender pode aumentar a quantidade de ganache e rechear o bolo.  


Receita adaptada de Emoção às Colheradas



sexta-feira, 10 de junho de 2016

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas






Camões foi adoptado como símbolo de Portugal, a partir do século XIX, sendo a sua figura identificada como um símbolo representativo da identidade e cultura do povo português no mundo.


No século XIX, foi na figura de Camões que os liberais portugueses encontraram um símbolo para a sua luta contra a presença dos ingleses em Portugal, e que mais tarde levou à implantação da República. Foi também a figura de Camões que deu origem ao feriado de 10 de Junho que hoje se celebra "Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas"


A 10 de Junho de 1580 , Luis Vaz de Camões morre em Lisboa, deixando para trás uma das obras que mais enalteceu as aventuras e descobertas portuguesas: Os Lusíadas.








Nasceu numa família da pequena nobreza e ainda muito jovem, terá recebido uma sólida educação nos moldes clássicos. Supõe-se que tenha estudado em Coimbra, mas embora isso nunca tenha podido provar-se, não deixa de ser verdade que pouco poetas Europeus tinham na altura um conhecimento de cultura clássica e filosófica que se pudesse comparar à de Luís de Camões.


Supõe-se também que serviu como soldado em Ceuta, em 1550, aí perdendo um olho.

Em 1552 segue para a Índia, servindo a corte no Oriente nos 17 anos seguintes, como soldado, e funcionário Pensa-se que esteve mesmo em território chinês, onde terá exercido o cargo de provedor dos defuntos e ausentes, a partir de 1558.


Em 1568, o historiador Diogo do Couto, amigo do poeta, encontrou-o em Moçambique, onde vivia na miséria juntamente com outros antigos companheiros, conseguiu o seu regresso a Portugal, onde desembarcou em 1570.

Dois anos depois, D. Sebastião concedeu-lhe uma tença, recompensando os seus serviços no Oriente e o poema épico que entretanto publicara "Os Lusíadas".


Camões morreu a 10 de Junho de 1580 na miséria.







Na sequência dos trabalhos legislativos após a Proclamação da República Portuguesa de 5 de Outubro de 1910, foi publicado um decreto em 12 de Outubro estipulando os feriados nacionais.

Luís de Camões representava o génio da pátria na sua dimensão mais esplendorosa, significado que os republicanos atribuíam ao 10 de Junho, apesar de nos primeiros anos da república ser um feriado exclusivamente municipal. Com o 10 de Junho, os republicanos de Lisboa tentaram invocar a glória das comemorações camonianas de 1880, uma das primeiras manifestações das massas republicanas em plena monarquia.





sábado, 28 de maio de 2016

Arroz de marisco




Arroz de marisco






Ingredientes

350 g de arroz
1 sapateira
500 g de camarão
200 gr de lagostins
100 g de miolo de mexilhão
100 g de miolo de amêijoa
2 tomates maduros
2 cebolas
4 dentes de alho
1 dl de azeite
1 dl de vinho branco
2 folhas de louro
1 raminho de coentros
1 pimento verde
Sal e pimenta q.b.


Modo de Preparação

Leve ao lume uma panela com água, deixe ferver, tempere com sal, adicione os camarões e deixe ferver 1 minuto. Retire,coza os lagostins na mesma água 3 minutos, retire, coza o miolo de mexilhão e de amêijoa na mesma água.
A sapateira deve ser cozida à parte.
Num tacho coloque o louro, as cebolas e os alhos picados, regue com azeite e leve ao lume a alourar. Adicione o tomate sem peles e sem grainhas cortado em pedacinhos pequenos e o pimento em tirinhas. Adicione o vinho branco e deixe cozinhar até este evaporar. Adicione o arroz e alguma da água em que cozeu o marisco. Quando o arroz estiver quase cozido rectifique o sal e adicione a pimenta acabada de moer. Adicione os mariscos (os camarões devem estar descascados, e a sapateira partida em pedaços). Se necessários acrescente mais algum caldo de cozer os mariscos. Deixe abrir fervura. Adicione os coentros picados e retire do lume.
Sirva de imediato, enfeitado com coentros picados.



sexta-feira, 27 de maio de 2016

Palácio Nacional da Pena

Palácio Nacional da Pena



"Construído sobre um rochedo o Palácio parece saído de um conto de fadas"
Richard Strauss (compositor)






O Palácio localiza-se na zona oriental do Parque da Pena, que é necessário percorrer para se chegar à íngreme rampa que o Barão de Eschwege construiu para se aceder à edificação acastelada. O Palácio propriamente dito é constituído por duas alas: o antigo convento manuelino da Ordem de São Jerónimo e a ala edificada no século XIX por D. Fernando II. Estas alas estão rodeadas por uma terceira estrutura arquitetónica, em que se fantasia um imaginário castelo de caminhos de ronda com merlões e ameias, torres de vigia, um túnel de acesso e até uma ponte levadiça.

Em 1838 o rei D. Fernando II adquiriu o antigo convento de monges Jerónimos de Nossa Senhora da Pena, que tinha sido erguido no topo da Serra de Sintra em 1511 pelo rei D. Manuel I e se encontrava devoluto desde 1834 com a extinção das ordens religiosas. O convento compunha-se do claustro e dependências, da capela, sacristia e torre sineira, que constituem hoje o núcleo norte do Palácio da Pena, ou Palácio Velho.

D. Fernando começou por efetuar reparações no antigo convento, que, segundo fontes da época, se encontrava em muito mau estado. Remodelou todo o piso superior, substituindo as catorze celas por salas de maiores dimensões e cobrindo-as com as abóbadas que hoje vemos. Cerca de 1843, o rei decidiu ampliar o Palácio através de uma nova ala (Palácio Novo) com salas de ainda maior dimensão, de que é exemplo o Salão Nobre, rematando-a com um torreão circular junto às novas cozinhas. A obra foi dirigida pelo Barão de Eschwege.

No restauro de 1994 repuseram-se as cores originais no exterior do Palácio: rosa-velho para o antigo mosteiro, ocre para o Palácio Novo.

Ao transformar um antigo mosteiro numa residência acastelada, D. Fernando revelou ter uma forte influência do romantismo alemão, tendo-se provavelmente inspirado nos castelos à beira do Reno de Stolzenfels e Rheinstein, assim como na residência de Babelsberg em Potsdam. A obra do Palácio da Pena terminou em meados da década de 1860, embora posteriormente se fizessem campanhas de decoração de interiores.

D. Fernando mandou igualmente plantar o Parque da Pena nas áreas envolventes do Palácio à maneira dos jardins românticos, com caminhos serpenteantes, pavilhões e bancos de pedra a pontuar os percursos, bem como árvores e outras plantas provenientes dos quatro cantos do mundo, tirando partido do clima húmido da serra de Sintra e criando de raiz um parque exótico com mais de quinhentas espécies arbóreas.

O Palácio da Pena foi classificado como Monumento Nacional em 1910 e integra-se na Paisagem Cultural de Sintra, classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade desde 1995.

Em 2013 passou a integrar a Rede de Residências Reais Europeias.





 
O Parque e o Palácio da Pena, implantados na serra de Sintra e fruto do génio criativo de D. Fernando II, são o expoente máximo do Romantismo do século XIX em Portugal, com referências arquitectónicas de influência manuelina e mourisca.

O Palácio foi construído para ser observado de qualquer ponto do Parque, floresta e jardins luxuriantes com mais de quinhentas espécies arbóreas oriundas dos quatro cantos do mundo.















HORÁRIO E PREÇOS ATÉ 29 OUTUBRO 2016



Horário


PARQUE
09h30 – 20h00, último bilhete 19h00

PALÁCIO
09h45 – 19h00, último bilhete 18h15

TERRAÇO
09h45 – 19h30, último bilhete 18h45



Preços


PALÁCIO + PARQUE
Bilhete adulto (de 18 a 64 anos) – 14 euros

Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) – 12,50 euros

Bilhete sénior (maiores de 65 anos) – 12,50 euros

HAPPY HOUR PALÁCIO + PARQUE (todos os dias das 9h30 às 10h30)
Bilhete adulto (de 18 a 64 anos) – 13 euros

Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) – 11,50 euros

Bilhete sénior (maiores de 65 anos) – 11,50 euros

PARQUE
Bilhete adulto (de 18 a 64 anos) – 7,50 euros

Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) – 6,50 euros

Bilhete sénior (maiores de 65 anos) – 6,50 euros

TERRAÇO + PARQUE
Bilhete adulto (de 18 a 64 anos) – 10,50 euros

Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) – 9 euros

Bilhete sénior (maiores de 65 anos) – 9 euros

 

Mais informações em Parques de Sintra









terça-feira, 24 de maio de 2016

Caldeirada de bacalhau


Caldeirada de bacalhau







Ingredientes
(4 pessoas)

4 postas de bacalhau (demolhado)
3 cebolas grandes
8 batatas grandes
4 tomates maduros
5 dentes de alho
1 ramo de salsa
1/2 pimento verde pequeno
1/2 pimento vermelho pequeno
2 folhas de louro
1 malagueta
Pimentão doce q.b.
Azeite q.b.
Vinho branco q.b.
Sal q.b.
Um ramo de Coentros

Preparação

Comece por colocar um fio de azeite no fundo de um tacho e forme camadas com os ingredientes.
Corte a cebola ás rodelas e forme uma camada, acrescente tiras de pimento, alho picado,  salsa, uma folha de louro, metade da malagueta e polvilhe com colorau. Coloque uma camada de rodelas de batata, uma camada de tomate pelado e cortado em pedaços e acrescente uma camada de postas de bacalhau. Cubra com os restantes temperos: cebola, pimentos, salsa, malagueta, louro, alho e tomate.
Polvilhe com  pimentão doce.
Termine com uma generosa camada de Batata. Tempere com sal e regue com azeite e um copo de vinho branco.
Adicione muito pouca água.
Deixe cozer agitando o tacho de vez em quando sem mexer.
As batatas devem ficar bem cozidinhas.
Quando a caldeirada estiver cozida, retire do lume e adicione um ramo de coentros picadinhos.
Sirva de imediato.




domingo, 22 de maio de 2016

Château du Haut-Koenigsbourg




Resultados da procura

Château du Haut-Koenigsbourg


Resultados da procura
Château du Haut-Koenigsbourg

Inserido na Rota do Vinho da Alsácia, o Château du Haut-Koenigsbourg, marca a paisagem alsaciana há mais de 900 anos.
A sua imponente silhueta ergue-se no coração da floresta dos Voges como guardião das vinhas que se perdem de vista nos campos à sua volta.

Construído no século XII,  foi durante séculos um testemunho dos conflitos europeus e rivalidades entre senhores, reis e imperadores, sofrendo uma  sucessão de proprietários ilustres, incluindo a dinastia de Habsburgo e o imperador alemão Guilherme II.

Magnificamente restaurado no início do século XX,  Haut-Koenigsbourg é um dos castelos mais visitados da França e permite-nos mergulhar na época medieval, através do seu mobiliário de madeira, tapeçarias, vitrais, pinturas,  pontes levadiças, torres, armas e muito mais....




























Como chegar


O château de Haut Koenigsbourg
situa-se na Alsácia perto de Sélestat.

De Strasbourg para Colmar : A35 saída 11 para  Kintzheim ou 12 para Saint-Hippolyte.
de Saint Dié : N 59 para Sainte-Marie-aux-Mines e Lièvre.




Château du Haut Koenigsbourg
67600 Orschwiller FRANCE
tél. 03 88 82 50 60
fax 03 88 82 50 61

terça-feira, 3 de maio de 2016

Bolo da avó



Bolo da avó





Hoje deixo um bolinho feito pela "avó"  Ermelinda no dia do seu 87º aniversário.
Este post é uma homenagem a ela! Que continue a ter saúde para manter a sua actividade diária e
a brindar-nos com estes mimos!


Ingredientes

6 ovos
2 chávenas de chá de farinha para bolos com fermento
2 chávenas de chá de açúcar
1 chávena de chá de óleo
1 colher de café de fermento em pó
100 ml de leite
Sumo e raspas de uma laranja

 Preparação

Numa taça coloque o açúcar com as gemas até obter uma gemada esbranquiçada. Adicione o óleo, o leite, as raspas e o sumo da laranja envolvendo bem todos os ingredientes.
Adicione a farinha e o fermento peneirados.
Bata as claras em castelo, adicione ao preparado anterior e envolva sem bater.
Leve a cozer em forma untada com manteiga e polvilhada com farinha em forno pré aquecido a 180º.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

O Miradouro da Grota do Inferno





O Miradouro da Grota do Inferno

Este Miradouro apresenta-se dentro do espaço da Zona de Paisagem Protegida das Sete Cidades e tem uma das mais espantosas paisagens da ilha de São Miguel.




Apesar de ser a imagem mais vista nos catálogos das  agências de viagem a promover os Açores, a verdade é que o Miradouro da Grota do Inferno  passa por vezes despercebido a quem visita São Miguel, principalmente ao fim de semana que os portões de entrada do Parque Florestal da Mata do Canário estão fechados.

Não deixa de ser curioso o facto de muitos acessos a parques, trilhos, miradouros e lagoas se encontrem encerrados ao fim de semana.

Para chegar ao Miradouro da Grota do Inferno, saia de Ponta delgada com destino à lagoa das Sete Cidades, antes da descida para a localidade encontra do lado direito o portão de acesso ao Parque Florestal da Mata do Canário, do lado esquerdo na direcção do portão existe um parque de estacionamento de terra batida com indicações de alguns trilhos.

Pode entrar com o carro no Parque Florestal, mas tenha atenção aos horários de funcionamento que estão afixados numa placa junto ao portão. Siga pelo caminho de terra batida,  passe o parque de merendas e siga em frente até um pequeno parque de estacionamento.

Em frente do parque de estacionamento encontra alguns degraus esculpidos na terra delimitados por troncos que dão acesso a um pequeno miradouro da Lagoa do canário, vire à esquerda e suba o trilho. Não deixe de apreciar a beleza da vegetação da Mata, é quase impossível não pararmos várias vezes para apreciar o manto de musgo que cobre os muros salpicado de pequenas flores e insectos. São alguns minutos até chegar ao  conhecido carreiro escarpado que conduz ao Miradouro da Grota do Inferno, mas nem damos pela subida tal é a beleza que vamos contemplando ao longo do percurso.












O Miradouro da Grota do Inferno é um lugar incrível, que nos transmite muita paz com uma vista de cortar a respiração, onde podemos observar a  Lagoa das Sete Cidades, a Lagoa Rasa, a Lagoa de Santiago, a Lagoa do Canário, parte da povoação das Sete Cidades e da Serra Devassa. Está situado a uma altitude de 730 metros,  ao fundo avistamos  o mar e a montanha no meio de uma vegetação  selvagem.













No regresso, pode deixar o carro no parque de estacionamento de terra batida que se situado do outro lado da estrada em frente ao portão de entrada da mata, voltar a pé, entrar novamente na Mata e seguir o trilho junto ao portão do lado esquerdo devidamente assinalado, que desce até à Lagoa do Canário.




A Mata do Canário é uma zona densamente arborizada onde se observa uma variada, abundante e riquíssima floresta em que predomina a flora endémica típica da Macronésia.










Miradouro da Vista do Rei

O nome de Vista do Rei deve-se ao facto de neste  local  o rei D. Carlos e a rainha D. Amélia terem parado para apreciaram a vista, quando da sua visita a São Miguel, em 1901. A vista maravilhosa sobre as diversas lagoas alcança em simultâneo a costa sudoeste e o oceano atlântico.






O melhor sitio para fotografar  a Lagoa das Sete Cidades é o Hotel Monte Palace, hoje abandonado e em ruínas. Apesar de ter vivido dias de grande glória proporcionados pelas suas 5 estrelas, assim que deixou de ter segurança foi saqueado e destruído, sendo hoje um local com algum perigo. Mas apesar disso,  ninguém resiste a visita-lo,  quer pela magnifica vista das varandas ou simplesmente por curiosidade.





O Miradouro da Vista do Rei oferece-nos uma vista fantástica da Lagoa das Sete Cidades. Quando está bom tempo e o sol incide nas lagoas, podemos ver a diferença das cores, uma verde e outra azul.
Como o tempo estava muito nublado não tivemos a sorte de ver os contrastes.





A partir do Miradouro da Vista do Rei pode fazer várias caminhadas.
Seguindo-se sempre a cumeada, circunda-se quase toda a Lagoa, por caminhos com vistas maravilhosas, constantemente acompanhados pelo verde da vegetação, pelos sons das aves e pelo ar puro, por vezes cortado pelos cheiros característicos das vacas, que marcam forte presença em toda a ilha.







Dicas de Viagem 

Companhia aérea
Com a chegada das companhias low cost a São Miguel, conseguem-se preços de viagem fabulosos fora da época alta. Basta estarmos atentos às promoções.

Quando ir
A altura ideal para visitar São Miguel é quando as hortências  florescem, pois estas flores encontram-se por todo o lado, dando uma beleza ímpar à ilha.

Onde dormir
Não faltam opções de dormida em São Miguel. Nós optamos pelo VIP Executive Azores Hotel, que tinha uma promoção irrecusável!

Onde Comer
Segui os conselhos de algumas pessoas que me aconselharam o Restaurante Cais 20. Eu sinceramente não aconselho mesmo nada. O nosso grupo não gostou literalmente de nenhum prato que escolheu. O Marisco não parecia fresco, a lagosta estava mal confeccionada as lapas eram congeladas e sem sabor. O preço dos mariscos é exorbitante para a qualidade que apresenta. A única coisa que se salvou foi um gelado de bolacha e canela. A não voltar!
Aconselho o Restaurante a Tasca - Atendimento 5 estrelas, ambiente muito agradável em que pudemos esperar pela mesa num bar por cima do restaurante, com musica ao vivo. Comida bem confeccionada com preço justo. Convém reservar mesa.
Para comer o cozido das furnas  aconselho o Tony's. Restaurante espaçoso e barato.
O Restaurante da Associação Agrícola de São Miguel em Rabo de Peixe é ideal para jantar, tem um ambiente mais requintado. As costeletas de vitela que pedimos estavam bastante duras. O atendimento não é muito eficiente pois demoram algum tempo a servir.

Alugar Carro 
Aconselho a alugar o carro através da companhia aérea, pois directamente no aeroporto fica muito mais caro.







Saída do país de menores



Saída do país de menores 

Este é uma dos temas que mais suscita duvidas aos pais que pretendem viajar sozinhos com filhos menores.
Na tentativa de ajudar a esclarecer algumas duvidas, deixamos a legislação em vigor.





Para não ter dissabores, se  pretende viajar  sozinho com os seus filhos menores, deve ter em consideração a legislação que rege a saída de crianças do país.


A saída do país de menores nacionais bem como a entrada e saída de menores estrangeiros residentes legais é regulada pelo Decreto-Lei 138/2006, de 26 de julho (artigo 23º da Lei dos Passaportes) e pela Lei nº 23/2007, de 4 de julho, com as alterações introduzidas pela Lei nº 29/2012, de 9 de setembro (artigo 31º da Lei de Estrangeiros).



De acordo com a legislação em vigor em Território Nacional, os menores nacionais e os menores estrangeiros residentes legais em Portugal que pretendam ausentar-se do país e viajem desacompanhados de ambos os progenitores, deverão exibir uma autorização de saída emitida por quem exerça a responsabilidade parental, legalmente certificada (A minuta encontra-se disponível no site do SEF em http://www.sef.pt/documentos/menor_nacional.doc ouhttp://www.sef.pt/documentos/menor_estrangeiro.doc). A certificação pode ser efetuada em registos notariais, em solicitadores, em advogados ou nas embaixadas/consulados portugueses no estrangeiro.



Em ambos os casos, esta autorização deve constar de documento escrito, datado e com a assinatura de quem exerce a responsabilidade parental legalmente certificada, conferindo ainda poderes de acompanhamento por parte de terceiros devidamente identificados. Face à diversidade de relações familiares que se repercutem na determinação de quem exerce a responsabilidade parental, informamos a definição da seguinte situação:



Menor, órfão de um dos progenitores:

- A autorização de saída deve ser elaborada pelo progenitor sobrevivo; caso o menor viaje com o progenitor sobrevivo, deve fazer-se acompanhar de certidão de óbito do progenitor.

domingo, 1 de maio de 2016

Bolinhos de Coco







Bolinhos de Coco 


Ingredientes

250 gr de coco ralado
250 gr de açúcar
Raspas de um limão
4 ovos
2 colheres de sopa de farinha de trigo sem fermento

 
Preparação

Coloque todos os ingredientes numa taça e amasse até obter uma mistura homogénea.
Coloque colheradas de massa num tabuleiro forrado com papel vegetal e untado com manteiga.
Leve a cozer em forno pré  aquecido a 180º, até estarem levemente corados.
Não deixe cozer demasiado, depois de retirar do forno eles vão endurecer.

Nota: Se pretender que fiquem mais bonitos,em vez de fazer os bolos com uma colher, coloque a massa num saco pasteleiro  com um bico largo e faça pequenos montinhos em forma de flor.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Túberas com ovos



Túberas com ovos

Para quem não conhece, as túberas são  as trufas brancas do Alentejo.
Basicamente são  Fungos, e encontra-las nos campos Alentejanos é uma tarefa só para especialistas, pois nascem debaixo da terra na Primavera, e é preciso muita técnica para as descobrirmos.
Fora isso, as trufas brancas do Alentejo ou seja as túberas, são de comer e chorar por mais.




Ingredientes


350 gr de túberas
80 gr de manteiga
6 ovos
Sal q.b.
Pimenta q.b.

Escove as túberas para lhes retirar toda a terra, descasque-as e lave-as muito bem.
Corte as túberas em rodelas finas.
Coloque a manteiga numa frigideira e leve ao lume. Quando a manteiga estiver praticamente toda derretida adicione as túberas e deixe fritar um pouco, até estarem macias.
Numa taça bata os ovos com o sal e a pimenta.
Adicione os ovos às túberas e envolva.
Quando os ovos estiverem cozinhados retire do lume e sirva imediatamente.


terça-feira, 26 de abril de 2016

Colmar




Colmar

Considerada a capital do vinho da Alsácia, Colmar está inserida na "Route des Vins d'Alsace" que compreende uma rota na região vincula da Alsácia entre as localidades de Thann e Marlenheim. 

O centro histórico com a sua "Petite Venise", convida a um descontraído passeio de barco, a visitar o museu Unterlinden, a entrar nas suas pastelarias ou pequenos cafés e provar a cidra (ligeiramente alcoólica nas versões Doux - doce ou Brut - seca) acompanhada pelos doces típicos da região ou ainda beber Eau de Vie, uma espécie de aguardente produzida a partir de frutos. Almoçar num  Winstubs (taberna) que são o paraíso da gastronomia da Alsácia, e os locais indicados para se apreciar a verdadeira e típica comida Alsaciana acompanhada pelos seus  famosos vinhos ou ainda a jantar num dos sofisticados restaurantes onde alguns  chefs de renome elaboram patos requintados.
Tudo isto e muito mais faz do centro histórico medieval de colmar um lugar único.





Colmar é uma cidade com um charme inegável. Vaguear calmamente pelas ruas ou junto aos canais dos seus bairros românticos com casas medievais enfeitadas de flores, que mais parecem casa de bonecas, é a melhor forma de ficar a conhecer esta bela cidade.







































































 Schwendi Fountain

Representando Lazare de Schwendi, esta fonte foi construída  por Frédéric Auguste Bartholdi em 1898.
















São Church Martin

Construída entre 1235 e 1365 a Catedral de Saint Martin é um importante exemplo da arquitectura gótica da Alsácia. Devido a um incêndio na torre sul em 1572 ficou parcialmente destruída, tendo sido restaurada várias vezes. Em 1982, durante o restauro mais recente, nas suas fundações foram encontrados vestígios arqueológicos de uma igreja do ano 1000.




























Mercado de Colmar
















Koifhus ou velha  alfândega


O Koifhus é o edifício público mais antigo de Colmar.












Casa Pfister


Classificada como monumento histórico, a Casa Pfister é provavelmente a casa mais famosa  na cidade de Colmar. Foi construído em 1537 para o chapeleiro Ludwig Scherer que fez fortuna com o comércio de prata no Val de Liepvre. Apesar de suas características medievais, é o primeiro exemplo da arquitetura renascentista em Colmar. Com o seu canto oriel, dois andares, uma galeria de madeira, de torre octogonal e pinturas representando cenas bíblicas e seculares, a casa Pfister  tornou-se um símbolo de Colmar. 










A casa mais pequena de Colmar.

Esta pequena casa que se encontra entre os dois prédios maiores, tem entrada pela traseira e
resume-se a uma divisão, sendo considerada a casa mais pequena da cidade!




La Maison des Têtes

Um belo edifício do renascimento, deve o seu nome a cento e seis cabeças grotescas ou máscaras que enfeitam a rica fachada.
Actualmente o edifício funciona como hotel.
 









Notas

Clima:  Podemos visitar a  região da Alsácia  em todas as estações do ano. Possui Verões secos e quentes, com média de 25ºC. sendo os Invernos  frios.

Como chegar: Colmar situa-se entre Basel  e Strasbourg . Há uma ligação directa de comboio de ambas as cidades. Os aeroportos mais próximos são os de Basileia e Estrasburgo.


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