domingo, 12 de março de 2017

Castelo e Igreja Matriz de Santiago do Cacém




Ao aproximar-nos de Santiago do Cacém sedo somos brindados com a imagem do seu majestoso castelo sobranceiro à povoação.
Depois de uma acentuada subida por ruas estreitas e sinuosas ladeadas por casas pintadas de branco com o característico traço Alentejano, chegamos finalmente ao pequeno parque de estacionamento junto da Igreja Matriz.
Mas vamos conhecer um pouco da história deste Castelo….
Terá sido por volta de 712 e já depois do declínio da cidade Romana de Miróbriga que chegam os Mouros edificando o castelo na colina.
Pensando-se que o nome Kassem estará ligado ao alcaide Mouro “Kassem”.
"Conta a lenda que uma nobre mulher chamada Bataça Lascaris, fugindo do Mediterrâneo oriental, comandava aguerrida esquadra por ela mesmo armada. Desembarcou em Sines e à frente do exército marchou para Sul e atacou a vila islâmica, governada por um certo Kassen. A princesa guerreira deu-lhe combate, matou Kassen e tomou o castelo no dia de Sant'Iago (25 de Julho) e por isso lhe pôs o nome de Sant'Iago de Kassen."
(Júlio Gil em "Os Mais Belos Castelos de Portugal")
Durante a fase da Reconquista, a posse do castelo de Santiago foi alternada entre os árabes e os cristãos, sendo definitivamente conquistado pelos cristãos em 1217, com a sua doação à Ordem de Santiago da Espada.
Em 1310 o castelo foi doado a uma dama da Corte da Rainha Santa Isabel, D. Vetaça, voltando novamente para a posse da Ordem de Santiago de Espada em 1336.
Em 1594 é doado por Filipe II aos duques de Aveiro, passando para a posse da Coroa em 1759.
Depois da Guerra da Restauração, a importância militar deste castelo foi-se perdendo e as suas estruturas foram-se arruinando. Classificado como Monumento Nacional, já foi intervencionado no sentido do seu restauro, por parte da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.
Das suas bem conservadas muralhas podemos contemplar a planície vizinha, que se estende até ao oceano.















As expectativas são grandes ao entrarmos na porta em arco que dá acesso ao castelo…

Uma placa à entrada informa que não podemos fotografar… mais um daqueles monumentos que temos de pagar para fotografar (pensei com os meus botões), mas logo após os primeiros passos a indignação passou a "surpresa", "admiração" e "desilusão"….

No interior do Castelo encontra-se o cemitério de Santiago do Cacém, ocupando toda a área.








Igreja Matriz

A Igreja Matriz de Santiago está encostada à zona sudeste da muralha do castelo. Uma obra gótica construída no século XIV que ficou bastante danificada com o terramoto de 1755, sendo posteriormente reconstruída.

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Santiago do Cacém  é um dos maiores concelhos de Portugal, sendo limitado a norte pelo concelho de Grândola; a nordeste, por Ferreira do Alentejo; a leste, por Aljustrel; a sul, por Ourique e Odemira e a oeste, por Sines  com uma faixa litoral.

quarta-feira, 8 de março de 2017

O que fazer quando a comida que lhe servem num restaurante é mesmo má? Pedir o livro de reclamações ou pagar e sair o mais rapidamente possível?



O que fazer quando a comida que lhe servem num restaurante é mesmo má?



Um restaurante à beira mar, onde o peixe é a estrela da ementa, tinha tudo para dar certo.... foi o que pensámos quando hoje  resolvemos almoçar no Restaurante Bom Petisco perto de Porto Covo.
Quatro tabuleiros com peixe "fresco" foram-nos apresentados para escolhermos o que pretendíamos comer. A escolha foi uma dourada do mar e um robalo do mar.
Depois de alguma espera lá apareceu a menina com uma travessa com os dois exemplares "grelhados". Olhámos para os peixes que por artes mágicas e vá-se lá saber como, encolheram para metade do tamanho... Perguntámos se era mesmo o peixe que tínhamos escolhido e informaram-nos que sim...
Tudo bem, não comentámos mais nada e com olhares incrédulos porque no grelhador lá de casa, o peixe não costuma encolher assim, e não fica tão branquinho, lá nos servimos...
Mas se pensávamos que o pior já tinha acontecido, estávamos redondamente enganados... o peixe não sabia a peixe fresco e muito menos do mar. De grelhado não tinha nada, parecia que tinha sido previamente cozinhado a vapor, a textura assemelhava-se a patê, pois desfazia-se na boca e agarrava-se aos talheres.



Pedimos a conta que veio  com o valor do peso do peixe que tínhamos escolhido.
A menina nunca perguntou se queríamos sobremesa ou café nem fez qualquer observação sobre a comida que ficou nos pratos e nas travessas....



Restaurante Bom Petisco
Praia Morgável, Torpes-Sines, 7520-089 Sines

Um lugar a não voltar....

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Veligandu Island - Maldivas



Veligandu Island - Maldivas


A República das Maldivas é um pequeno país insular situado no Oceano Índico ao sudoeste do Sri Lanka e da Índia, ao sul do continente asiático, constituído por 1.196 ilhas, das quais 203 são habitadas.
Estão agrupadas em 26 atóis, cada um possuindo o nome de uma ou duas letras da escrita thaana.


Veligandu Island é rodeada por uma lagoa  de águas cristalinas  de azul turquesa com  jardins de coral com uma abundante vida marinha em estado puro. Um destino perfeito para relaxar, desfrutando de um clima perfeito todo o ano, de actividades aquáticas e da beleza imaculada deste local único.





Clima

O Oceano Índico funciona como uma reserva de calor, absorvendo, armazenando e liberando lentamente o calor tropical. A temperatura das Maldivas varia entre 24 °C e 33 °C durante todo o ano. Embora a umidade seja relativamente alta, a constante brisa fresca do mar mantém o ar quente em movimento.



Curiosidades: 

As Maldivas foram colónia portuguesa nséculo XVI, entre 1558 e 1573

domingo, 3 de julho de 2016

Tarte de Amêndoas inteiras





Tarte de Amêndoas inteiras

Ingredientes:

Massa:
150 g açúcar
150 g de manteiga amolecida
1 limão (raspa)
2 ovos
200 g de farinha sem fermento
1 colher de chá de fermento



Recheio:
8 colheres sopa de leite
350 g amêndoas inteiras
250 g de açúcar
250 g de manteiga
1 limão (sumo)


Preparação


Base

Numa taça junte a manteiga amolecida com o açúcar e bata muito bem com a batedeira. Junte a rapa do limão e envolva. Adicione os ovos inteiros e aos poucos a farinha e o fermento. Envolva bem e coloque numa forma de tarte de fundo amovivel, untada com manteiga e polvilhada com farinha.
Leve ao forno pré-aquecido a 180º C cerca de 20 minutos.



Cobertura

Coloque as amêndoas de molho em água a ferver e retire-lhes a pele.
Coloque as amêndoas num tabuleiro e leve-as ao forno até estarem ligeiramente douradas.
Num tacho, junte todos os ingredientes do recheio e deixe ferver até começar a dourar.
Deite o recheio por cima da base já assada e leve ao forno a 230º C durante 6 minutos. Deixe arrefecer ligeiramente. Passe uma faca à volta e desenforme.



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