segunda-feira, 29 de abril de 2019

A livraria mais antiga do mundo ainda em funcionamento é portuguesa



Quantas histórias guarda a livraria mais antiga do mundo? Ninguém sabe, nem pode saber. Porque são incontáveis as memórias de uma casa com quase 300 anos. Refúgio de escritores, revolucionários e conspiradores, o n.º 73 da rua Garrett está no Guiness Book


Considerada uma das mais emblemáticas livrarias portuguesas, a Bertrand da baixa pombalina foi oficialmente distinguida pelo Guiness Word Records como a livraria mais antiga do mundo ainda em funcionamento.


A primeira Bertrand, fundada por Pedro Faure em 1732, abriu portas na Rua Direita do Loreto, em Lisboa. Mais tarde, em 1755, quando já era o genro de Faure, Pierre Bertrand que dirigia a livraria foi instalar-se junto da Capela de Nossa Senhora das Necessidades por causa do Grande Terramoto. Dezoito anos depois, em 1773, a Bertrand voltou a abrir as portas na já reconstruída baixa pombalina. No texto de José António Saraiva, “Bertrand – a história de uma editora” é-nos dito pelo historiador que a Bertrand teve 11 nomes e conheceu quatro moradas.




sexta-feira, 26 de abril de 2019

Praia do Pedrógão




Praia do Pedrógão ... Uma ‘ilha’ entre o mar verde do pinhal de Leiria e o Oceano Atlântico










A Praia do Pedrógão oferece um extenso areal, os benefícios do iodo, a Arte Xávega e sossego aos visitantes.

A Estrada Atlântica e a sua extensa ciclovia e a proximidade à Lagoa da Ervedeira são dois atrativos adicionais de uma estância balnear com qualidade certificada com três galardões: bandeira Azul, bandeira de praia Acessível e bandeira “Qualidade de Ouro”.

O Parque de Campismo localiza-se a sul do Pedrógão, na confluência do acesso sul da povoação com a estrada das matas que segue para a Figueira da Foz.

Tem bons acessos para o Pedrógão, para a praia e para outras localidades: para Sul, Vieira de Leiria e para Norte, Osso da Baleia.

Os edifícios de serviços compreendem zona de restauração (restaurante, bar, sala de jogos e esplanada), minimercado e peixaria.

O Parque de Campismo dispõe de um campo de jogos, que está preparado para a prática de modalidades como o andebol de 7, futebol de salão, basquetebol, voleibol e ténis, assim como de um parque infantil.






Localização
Praia do Pedrógão – 2425 Coimbrão
GPS: 39º55’21.324″N | 8º57’6.88″W


quinta-feira, 25 de abril de 2019

Praia das Furnas - Eleita a "Melhor Praia de Rio" nas 7 Maravilhas Praias de Portugal




Localiza-se na margem sul do Mira, tendo como cenário de fundo as praias da Franquia e do Farol e parte de Vila Nova de Milfontes. Tem uma frente de rio e outra de mar, junto à foz do Mira, onde o areal é mais amplo.

A partir de Vila Nova de Milfontes são dois os itinerários possíveis: pela ponte ou através de uma embarcação que, durante os meses de verão, assegura a ligação entre as duas margens.

Oferece excelentes condições para os desportos náuticos.




Estacionamento; Parque de Campismo; WC; Alojamento; Restaurante; Canoagem; Praia Acessível; Surf; Nadador-Salvador; Bodyboard; Kitesurf; Windsurf; Bandeira Azul; Quercus - Qualidade Ouro)



https://turismo.cm-odemira.pt

Conheça a mulher que ‘por acaso’ tornou o 25 de abril na revolução dos cravos







A revolução dos cravos. Assim é carinhosamente apelidado o 25 de abril, a revolução portuguesa que marcou o final do Estado Novo, o regime autoritário, ditatorial e colonialista que vigorou em Portugal durante 41 anos.


Conheça a mulher que ‘por acaso’ tornou o 25 de abril na revolução dos cravos


Em 1974 Celeste Caeiro tinha 40 anos e vivia num quarto que alugara ao Chiado, com a mãe e com uma filha que criava sem a ajuda do antigo companheiro. Trabalhava na rua Braancamp, na limpeza do restaurante Franjinhas, que abrira um ano antes. O dia de inauguração fora precisamente o 25 de Abril de 1973.

O gerente queria comemorar o primeiro aniversário do restaurante oferecendo cravos à clientela. Tinha comprado cravos vermelhos e tinha-os no restaurante, quando soube pela rádio que estava na rua uma revolução. Mandou embora toda a gente e acrescentou, como Celeste recorda na entrevista: "Levem as flores para casa, é escusado ficarem aqui a murchar".

Celeste foi então de Metro até ao Rossio e aí recorda ter visto as "chaimites" e ter perguntado a um soldado o que era aquilo. O soldado lhe falou da ideia de irem para o Largo do Carmo, onde Marcelo Caetano se tinha refugiado. O soldado, que já lá estava desde muito cedo, pediu-lhe um cigarro e Celeste, que não fumava, só pôde oferecer-lhe um cravo.

O soldado logo colocou o cravo no cano da espingarda. O gesto foi visto e imitado. No caminho, a pé, para o Largo do Carmo, Celeste foi oferecendo cravos e os soldados foram colocando esses cravos em mais canos de mais espingardas.

As G-3 assim enfeitadas ajudavam o povo a distinguir as tropas amigas. Era mais um motivo para não fazer caso dos repetidos apelos dos capitães a que os civis permanecessem em casa, mais um motivo para vir para a rua e para confraternizar com a tropa libertadora. "Afinal, em vez de dar tiros, as espingardas tinham flores", diz Celeste Caeiro.



Fonte RTP







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