segunda-feira, 21 de dezembro de 2015





Desejo a todos um Feliz Natal com muita saúde!





Presépio feito por crianças com rolhas de cortiça e tampas de plástico.

sábado, 5 de dezembro de 2015

O Sobreiro do Amor



O Sobreiro do Amor


Um sobreiro diferente na planície Alentejana....



Muitas são as histórias que se contam sobre o "Sobreiro do Amor"! - uma declaração de amor?, - um pedido de casamento?
Até à data não consegui saber!
O que é certo é que este sobreiro encantado que se encontra perto de Montemor-o-Novo, atrai cada vez mais casais de namorados que ai juram amor eterno...
Diz o povo que quem der um beijo  à moda do Alentejo  junto ao sobreiro, jamais se separará da pessoa amada!

Será caso para relembrar a letra da canção de Tiago Torres da Silva....



"Um beijo no Alentejo 
É dado devagarinho 
Que a gente sabe que um beijo 
É muito mais que um carinho 
Por isso é que quem cá vem 
Tem pena de não ficar 
Ao ver o gosto que tem 
Um beijo dado devagar "




(... e para os que pensam que a tinta estraga a árvore, não estraga! A tinta utilizada é  a mesma com que se marca os sobreiros com o ano em se tirou a cortiça.)




















Dicas

Como chegar:



Mapa Google


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra





Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra

O Palácio Nacional de Mafra possui uma das mais importantes bibliotecas portuguesas, com um valioso acervo, sendo considerada também uma das mais bonitas do mundo.






Localizada na ala nascente  do Convento de Mafra ao nível do quarto piso, a Biblioteca ocupa a mais nobre  e vasta de todas as salas do Monumento, constituindo a mais típica Livraria  monástico-real do século XVIII existente em Portugal, onde se aliam as riquezas do pensamento com o trabalho artístico.
Medindo 83,60 m de comprimento, nela sobressaem à primeira vista   as magnificas estantes entalhadas em estilo  «Rocaille», repletas de obras preciosas.
As estantes que emolduram o salão nobre, bem como o pavimento em mosaicos composto de mármore de diversas cores, só começam a ser construídas no reinado de D. José, estando anteriormente os livros da comunidade religiosa recolhidos provisoriamente em duas salas separadas que funcionavam como livrarias independentes.







Em Maio de 1771, por determinação do Marquês de Pombal, instalaram-se no convento os Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, os quais vieram substituir os Franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida que o habitavam desde 1730.
Durante algum tempo, os novos ocupantes mantiveram ainda os livros nas salas primitivas, até que decidiram mudá-los para outras duas contíguas à inacabada «Casa da Livraria» que desde logo mandaram concluir à custa dos fundos ricos da sua Ordem, encomendando as majestosas estantes e os restantes trabalhos ao arquitecto Manuel Caetano de Sousa.
Porém, tendo a rainha D. Maria I ordenado em 1792 que os Cónegos Regrantes abandonassem o Convento de Mafra, para darem novamente lugar aos franciscanos, a obra ficou por concluir e assim os livros permaneceram ainda por espaço de dois anos fora do seu definitivo lugar.
Finalmente em 1794, sendo bibliotecário o Padre Mestre Frei João de S. José, conseguiram os frades arrábidos autorização régia para utilizarem as novas estantes, mesmo incompletas, atendendo a que só lhes faltava dourar a obra de talha e pintar os bustos dos escritores clássicos nos medalhões.







 A primeira tentativa de classificação e arrumação sistemática das inúmeras obras só se efectuou em 1797, devido à iniciativa do Padre Mestre Bibliotecário, Frei Joaquim da Conceição. Com a morte deste, ocorrida um ano depois, todo o trabalho ficou suspenso, só vindo a ser retomado após a expulsão das tropas francesas que se haviam fixado em Mafra em finais do ano de 1807.
Com a nomeação de Frei João de Sant'Ana para bibliotecário, em 1809, veio por fim a biblioteca do convento de Mafra encontrar na pessoa deste erudito franciscano o seu grande organizador e o seu mais dedicado defensor.
Embora com pequenas diferenças, a ele se deve a arrumação sistemática que os livros actualmente apresentam, sendo também de sua autoria um volumoso catálogo, onomástico, manuscrito e ainda inédito, que abarca todas as obras existentes na livraria até ao ano de 1819 e ainda hoje presta os melhores serviços aos estudiosos e investigadores.







O valioso recheio da Biblioteca é composto por cerca de 40.000 volumes, predominando as obras impressas dos séculos XVI, XVII e XVIII, nacionais e estrangeiras. A Teologia, a Escritura Sagrada,, o Direito Canónico, a História Eclesiástica, a História Secular, a Literatura Clássica e Moderna, a Geografia, a Filosofia e o Direito formam os seus núcleos mais importantes.
De entre as obras impressas merecem especial realce, pela sua raridade, vinte e dois incunábulos, todos eles estrangeiros e alguns iluminados.
A colecção de manuscritos, é em confronto com a dos impressos, relativamente pequena, avultando certo número de pergaminhos avulsos, códices, diversos documentos referentes a diferentes conventos, 1000 processos de habitação «de genere» dos noviços para ingressarem na Ordem Franciscana da Província da Arrábida e ainda uma quantidade muito significativa de cadernos de música manuscrita dos mais famosos compositores nacionais do último quartel  do século XVIII e princípios do  XIX.
São dignos de especial atenção os códices iluminados (séculos XV e XVI), em número de dezasseis, devendo destacar-se os Livros de Horas e dois  forais de D. manuel I.
A Biblioteca possui também 41 cartas geográficas dos séculos XVIII e XIX.
















A biblioteca de Mafra é mundialmente conhecida por acolher morcegos, que a ajudam a preservar as suas obras. Ao principio da noite os morcegos saem dos seus abrigos para se alimentarem, comendo todos os insectos existentes na biblioteca. Cada morcego alimenta-se de cerca de 500  insectos numa só noite o equivalente à metade do seu peso. Esta foi a principal razão que levou o jornal norte-americano Book Riot a eleger esta biblioteca como a mais espectacular do Mundo!



Dicas


Horários do Palácio de Mafra

Palácio: 
Das 09.00h às 18.00h (última entrada 17.00h)
Núcleo de Arte Sacra e Enfermaria encerram das 13.00 às 14.00h

Tempo médio da visita 
c. de 1.30h

Biblioteca (leitores)

Dias úteis - das 09.30h às 13.30h e das 14.00h às 16.00h

Basílica:
Diariamente das 09.30 às 13.00h e das 14.00 ás 17.30 h

Encerramento 
Terças-feiras e nos dias 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio, Quinta-feira da Ascensão/Espiga (Feriado Municipal) e 25 de Dezembro

Acessibilidade
Não acessível a pessoas com mobilidade reduzida.
Não é permitida a entrada de animais, excepto cães-guia

Nota - Não é permitida a entrada de malas de viagem, mochilas, volumes grandes ou objectos contundentes.

Estacionamento
Na zona exterior do Monumento, fachadas norte e sul.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Castelo de Santa Maria da Feira





Castelo de Santa Maria da Feira







O Castelo de Santa Maria da Feira é um dos mais notáveis monumentos militares portugueses. A diversidade dos seus recursos defensivos utilizados entre os séculos XI e XVI faz dele uma peça única da nossa arquitetura militar.
Sempre representou para a Feira, e para Portugal, um símbolo de identidade nacional. Ao longo da História, desempenhou várias tarefas: foi castro de ocupação romana, baluarte contra as invasões normandas, forte militar na época da Reconquista, sede de região militar, o grande centro político que levou à independência de Portugal e habitação de famílias reais e nobres.

Santa Maria da Feira pertencente à Área Metropolitana do Porto e ao Distrito de Aveiro.




Dicas:



Como chegar:


GPS
N 40º55’15,41” W 8º32’34,79”


Para visitar: 

Contactos 
t. 256 372 248
castelo.feira@clix.pt
http://www.castelodafeira.pt

 Horário
Inverno (novembro a março) 3ª › 6ª feira: 9h00 › 12h30 / 13h00 › 17h00 sáb./dom./feriados: 9h30 › 12h30 13h00 › 17h30
Verão (abril a outubro) 3ª › 6ª feira: 9h30 › 12h30 / 13h30 › 18h00 sáb./dom./feriados: 10h00 › 12h30 13h30 › 18h30 encerrado: segundas-feiras

Ingressos
adultos: 3 eur.
pensionistas, reformados, cartão-jovem e grupos (c/ marcação): 1,50 eur.
família (casal c/ mínimo de 2 filhos, entre 6 e 15 anos): 2 eur. (cada adulto) / 1 eur. (cada filho) / 1-5 anos: gratuita / 6-15 anos 1eur







Informação  cmfeira

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Carvalhal



Carvalhal


«Bem-vindos a Beirais» 


A  série «Bem-vindos a Beirais» do Canal 1 da RTP rodada no Carvalhal, despertou o interesse turístico por esta pequena aldeia situada no concelho do Bombarral.
É aqui que foram filmadas as cenas de exterior da série, à excepção das imagens das paisagens envolventes que foram filmadas na Lousã e as quedas de água, nas “Fisgas do Ermelo”,  localizadas em de Mondim de Basto.









Desde há milénios que por este território passaram Fenícios, Romanos e Árabes. De quando da fundação de Portugal ficou-nos a Torre Medieval, hoje conhecida como a Torre dos Lafetá. Existem notícias desta freguesia no decorrer da Idade Média, no século XIV o Carvalhal era chamado de Carvalhal de Soeiro Ferreira.
Nos finais do século XIV, o Carvalhal possuía já uma estrutura urbanística organizada, pelo que se percebe a partir da indicação da existência da Rua Direita.
Chegam-nos também noticias das vizinhas aldeias de A-dos-Ruivos e do Sanguinhal.
A aldeia do Sanguinhal em 1527 contava com cinquenta a setenta moradores, aí vivia a família Rêgo, influente família obidense. Quanto a A-dos-Ruivos a sua existência é provavelmente muito anterior à nacionalidade, nos finais do século XIV , possuía uma igreja dedicada a Santa Catarina, era uma aldeia próspera e uma rota de passagem frequente de peregrinos e mercadores.
No numeramento de 1527 o Carvalhal ou também conhecido como Carvalhal de Óbidos era a segunda aldeia mais povoada do termo de Óbidos a prosperidade da igreja de S. Pedro do Carvalhal terá sido responsável pelo prestígio desta região.
O século XVI, foi seguramente o período áureo desta freguesia, a prová-lo a construção da Capela do Santíssimo Sacramento pela Rainha D. Leonor de Lencastre, esposa de D. João II. O Carvalhal integrava-se no termo de Óbidos e por consequência na “Casa de Rainhas”. A “Casa de Rainhas” é uma instituição com variados bens, entre eles a vila e termo de Óbidos, que eram doados ás Rainhas de Portugal desde D. Urraca a tradição manteve-se até ao século XIX.
É também de assinalar a construção, no século XVI, da Ermida de Nossa Senhora do Socorro pela família dos Henriques do Bombarral.
No século XIX, a freguesia do Carvalhal foi muito disputada, entre 1836 e 1855 deixa de pertencer ao termo de Óbidos, passando a pertencer ao Concelho do Cadaval. De quando da criação do Concelho do Bombarral a freguesia passou finalmente a integrar este concelho.
O património histórico, artístico, cultural e natural desta freguesia é riquíssimo, é um território rico também pelas suas gentes. Há um património a preservar e divulgar. 



















CAPELA DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

Fundada na 1ª metade do séc.XVI pela Rainha D.Leonor. É um templo de 3 naves e com paredes revestidas a azulejos. Apresenta também um belo retábulo-mor, hoje na sacristia, formado por painéis com pinturas do artista maneirista António da Costa. Classificada como imóvel de "interesse público". 









ERMIDA DE NOSSA SENHORA DO SOCORRO

Situada nas próximidades da Torre Medieval, estima-se que a sua construção seja de 1574. O seu interior é revestido por painéis de azulejos de 1733, com cenas da vida mariana. Também no seu interior existe uma "Virgem de Leite" em calcário policromado do séc.XVI. Classificada como imóvel de "interesse público" .







Como chegar

Do Bombarral ao Carvalhal são cerca de 5 km


Mapa Michelin





Informação histórica daqui

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Cozido à Canal Caveira



Cozido à Canal Caveira

A capital do Cozido à Portuguesa é uma pequena aldeia no Alentejo à beira da estrada nacional.
A fama deste prato vem do tempo em que uma viagem de Lisboa até ao Algarve demorava mais de cinco horas. Hoje são muitos os que saem da A2 e seguem pela estrada nacional até ao Canal Caveira propositadamente para  comerem o afamado cozido.










Ingredientes


1 orelha de porco
1/2 chispe
1/2 kg de carne de vaca
200 gr de entremeada
200 gr de toucinho
1 chouriço de sangue
1 linguiça
1 farinheira
Feijão manteiga q.b.
Couve lombarda q.b
Couve Portuguesa q.b
2 batatas
2 cenouras
1 nabo
Sal q.b.


Coloque o feijão demolho em água de um dia para o outro.
Tempere a orelha, o chispe a entremeada o toucinho e a carne de vaca com sal de um dia para o outro.
Coza o feijão com as carnes e os enchidos (excepto a farinheira).
Descasque as batatas, os nabos e as cenouras e corte-os ao meio ou em quatro partes. Corte as couves em pedaços. Coloque os legumes lavados dentro de uma panela e cubra-os com o caldo da cozedura das carnes e do feijão. leve a cozer lentamente.
Coza a farinheira à parte num pouco de caldo da cozedura das carnes.
Retire as carnes e os enchidos para uma travessa e corte-os em pedaços.
Quando os legumes estiverem  a  meio da cozedura adicione o feijão cozido e o restante caldo e rectifique o sal.
Deixe acabar de cozer.

Sirva numa travessa os legumes acompanhados das carnes e pedaços.

Se gostar, pode cozer arroz no caldo do cozido para acompanhar.
O arroz deve ficar bem sequinho.


sábado, 14 de novembro de 2015

Saragoça



Saragoça
(Espanha)







Saragoça, encruzilhadas de culturas

Fundada no começo da nossa era, Saragoça tornou-se depressa uma importante colónia Romana, como atestam vestígios bem preservados, principalmente mosaicos.
Os Muçulmanos que conquistaram a cidade em 714, fizeram dela um importante centro de cultura, visível no palácio mouro de Aljafería construído no século XI, entretanto restaurado, é hoje  a sede das Cortes (Parlamento) de Aragão. Retomada em 1118 pelos cristãos, Saragoça cobre-se de monumentos. Tal como nas outras cidades, a coexistência das três culturas: cristã, muçulmana e judaia, reflecte-se na arte mudéjar, que dá à capital aragonesa um estilo peculiar. 
No século XVI, a grandeza da cidade é tal que a apelidam de Zaragossa La Harta, «Saragoça a Farta».
A Igreja de Nossa Senhora do Pilar recorda-nos que Saragoça foi durante muito tempo um lugar de peregrinação.





Basílica de Nossa Senhora do Pilar

A Basílica de Nossa Senhora do Pilar  situa-se na Plaza Mayor também conhecida como a Plaza de las Catedrales, uma das maiores praças da Espanha.
Edificada no século XVII, a basílica barroca de Nossa Senhora do Pilar tem dimensões imponentes.
As suas onze cúpulas estão decoradas com frescos, alguns de Goya, um aragonês.
O seu nome vem do Pilar onde Maria terá aparecido a Santiago e que possui uma pequena estátua da Virgem, objecto de todas as devoções. 


























La Seo Catedral, localiza-se também na Plaza Mayor, a visita ao interior é paga, excepto na hora da missa.




Interior da Basílica de Nossa Senhora do Pilar



































Dicas

Como chegar:


Avião

O aeroporto internacional de Saragoça, serve toda a região de Aragão, em Espanha. Ao redor de 457 mil passageiros passaram pelo aeroporto em 2013. Funciona com alguns dos principais destinos da Europa 

Tem ligação ao centro da cidade de autocarro ou táxi. Existe um serviço de autocarro que faz a ligação ao centro: Paseo de María Agustín, 7 de Saragoça, Plaza Imperial e a estação Intermodal. Parte a cada 30 minutos, e aos domingos  a cada 1 hora, entre  as 6:15 am até 11:50 pm. O ponto dos autocarros fica em frente ao edifício do terminal e o custo do bilhete é de €1,85. 

Carro

Lisboa e Saragoça estão separadas por cerca de 940 km, pagando-se cerca de 17,00 € de portagem. 


Descontos


Zaragoza Card - com descontos e entrada em museus, transportes, etc...

Onde Dormir

A nossa escolha foi Hotel Ibis Budget Zaragoza, com preço bastante reduzido e com parque Privado Interior.
Não aconselho a compra do pequeno-almoço.
O hotel está situado perto de restaurantes e cafés.



quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Informação: Disneyland Paris



Disneyland Paris

(Obras de manutenção em algumas das atracções principais)







A época de Natal começou na Disneyland Paris!

Muitas famílias preparam-se para visitar os dois parques nas férias de Natal, ou numa escapadinha de fim de semana.
Para quem ainda não comprou bilhetes, fica a informação das atracções que se encontram encerradas para manutenção  no  Park "Disneyland".

- It´s a small World - Fantasyland (sem data anunciada de reabertura)

- Big Thunder Mountain - Frontierland (sem data anunciada de reabertura)

- Disneyland Railroad (sem data anunciada de reabertura)

- Blanche-Neige et les sept Nains - Frontierland - Previsão de reabertura  a partir de 14/11/2015.

- Thunder Mesa Riverboat Landing - Frontierland  (sem data anunciada de reabertura)


Na bilheteira não informam que muitas das atracções estão encerradas, não havendo qualquer redução no preço do bilhete.
O facto de serem menos atracções, aumenta substancialmente  o tempo de espera nas filas.

Para quem pensa viajar para a Disney nos próximos tempos, convém informar-se atempadamente da data de reabertura das atracções.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Èze Village


Èze Village



A pequena vila medieval de Èze está localizada a cerca de 12 km de Nice e a 10 km do Mónaco na Côte d’Azur. Muitas vezes apelidada de “Ninho da Águia” por se encontrar no cimo de um penhasco de 427 metros, tem uma vista deslumbrante sobre o mar Mediterrâneo










À medida que vamos subindo as charmosas ruas de Éze, em direção às ruinas do castelo, somos convidados a explorar as diversas galerias de arte, lojas de artesanato, cafés e restaurantes…. E para os amantes dos perfumes, existe uma loja museu da tradicional perfumaria Galimard.
























Os jardins exóticos


A maior atracção de Èze é sem duvida os Jardins exóticos. As plantas não passam basicamente de cactos e pequenas palmeiras que crescem em canteiros por onde serpenteiam pequenos trilhos que nos levam até às ruínas do castelo. Até aqui parece que os jardins não têm nada de especial.... mas quando começamos a subir os pequenos trilhos, somos invadidos por uma sensação de êxtase....
A vista é simplesmente de cortar a respiração. As fotos não conseguem mostrar na integra tudo o que a nossa vista consegue alcançar.... e é tanto!
O mar e o céu tecem um véu em tons de azul do ciano ao cobalto... apetece ficar ali para sempre, a contemplar o mar...
No terraço junto às ruínas um mapa de azulejos orienta-nos, mostrando que em dias de boa visibilidade se consegue avistar trechos de Itália,  a Córsega, Saint-Tropez etc...

Por baixo das ruínas do castelo, existe um espaço contemplativo, onde um pequeno lago com cascata convida a relaxar, ler um bom livro, ou simplesmente sonhar.... 

































Ruínas do Castelo


A terra de deusas

Ao percorrermos os pequenos trilhos dos jardins, iniciamos uma viagem pelo mundo artístico pela poesia e pela botânica.

Desde a entrada até às ruínas do castelo, vamos encontrar algumas esculturas de barro de Jean-Philippe Richard.
Estas mulheres "Deusas da terra" em que maioria os braços estão junto ao corpo, dão a sensação que emergem da terra, como uma crisália que sai do casulo.

O escultor deu a cada uma das estátuas um nome: Margot, Isabeau, Anaïs-de-rosa, Mélissandre, Chloe, Charlotte, Marina ...
Junto a cada escultura encontra-se um pequeno poema.
























Igreja  de Nossa Senhora da Assunção 


Construída sobre as fundações de uma igreja do século XII, a igreja  de Nossa Senhora da Assunção tem classificação de monumento histórico desde 1984.


A igreja foi construída em 1764-78 pelo arquiteto italiano  Antoine Spinelli. A torre sineira, foi construída no século XIX,  tem sido atingida por diversos raios aos longo dos anos que destruíram a cúpula original.























Dicas


Como chegar

Èze fica localizada a cerca de 12 km de Nice e a 10 km do Mónaco, existindo  ligações de autocarro entre as duas localidades e o centro da vila.
Nós fizemos a viagem de carro.
Existe um parque de estacionamento à entrada da vila (junto à estrada para peões que dá acesso à parte medieval), retire um ticket pelo menos para 3 horas, não é caro e evita ter de descer novamente à vila para o carro não ser rebocado. 

Visitar


Na saída do parque de estacionamento, vire à direita  e prepare-se para a subida ;) Caso necessite, logo na primeira rampa  encontra do lado direito um WC publico (pago). 
A visita à vila é gratuita à excepção dos jardins Exóticos (6.00 €) os estudantes têm desconto mediante a apresentação do cartão de estudante.

Onde dormir

Optámos por dormir em Nice no hotel ibis budget Nice Californie Lenval, situado a 100 metros da praia. Os preços são bastante convidativos mesmo no verão. Os quartos não têm ar condicionado e não tem estacionamento privado ao contrário do que faz querer a publicidade do hotel. No entanto existe um parque publico na mesma avenida do hotel onde se pode deixar o carro em segurança (pagámos cerca de 30:00 € por cada 24 horas) se tirar o carro do estacionamento, são cobradas só as horas correspondentes ao tempo que esteve no parque.