sábado, 14 de setembro de 2019

Pão rústico



Ingredientes

1 kg de farinha T 65 (sem fermento)
600 gr de água morna
14 gr de sal
2 pacotinhos de fermento fresco para pão
5 gr de açúcar (uma colher de chá)
1 colher de sopa de azeite

Modo de preparação

Coloque a farinha num alguidar e abra um buraco ao meio, adicione o fermento esfarelado, e aos poucos a água morna, na qual já dissolveu previamente o sal e o açúcar, vá amassando com a mão para misturar os ingredientes, por fim adicione o azeite.
Amasse até a massa começar a criar bolhas de ar.
Tape o alguidar com um cobertor e coloque-o num local em que a temperatura seja amena, ou se fizer o pão no inverno perto de um aquecedor ou do forno do fogão se estiver a cozinhar.
Deixe a massa levedar até dobrar de tamanho.
Retire a massa do alguidar, divida em duas bolas e tenda o pão com o formato que gostar.
No caso de fazer uma bola, faça um corte em cruz na parte de cima do pão para ficar mais bonito!
Polvilhe o pão com farinha e deixe repousar mais um bocadinho.
Leve a cozer em forno de lenha ou no forno no fogão pré aquecido a cerca de 180º.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

A minha receita de Sapateira Recheada





Ingredientes

1 Sapateira
1 colher de sopa de pickles
2 colheres de sopa de maionese
2 gemas de ovo cozidas
1 colher de chá de mostarda
Pimenta acabada de moer
4 camarões médios descascados
cerveja q.b.
Tostas de pão ou broa quentinhas






Pique as gemas de ovo, os camarões e os Pickles em pedacinhos muito pequenos. Adicione a carne da carapaça da sapateira e os restantes ingredientes. Mexa muito bem. Deite o preparado na carapaça da sapateira, coloque-a numa travessa e sirva com as patas e as pinças ao lado.
Sirva com pão torrado quentinho.


Existem muitas receitas de recheio de sapateira, depende do gosto de cada um. Ao natural ou recheada, a sapateira é um marisco que não deixa ninguém indiferente.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Tarte de Requeijão



O requeijão é utilizado na doçaria tradicional praticamente em todo o país. Na região do Alentejo, o requeijão está associado às queijadinhas e às tartes.




Tarte de Requeijão


Ingredientes:

1 rolo de massa quebrada de compra
500 g de requeijão
6 ovos
150 g de açúcar
Raspa e sumo de 1 limão
100 g de manteiga derretida
1 colher de sopa de farinha maisena.


Preparação:

Forre uma tarteira de fundo amovível com a massa quebrada e pique o fundo da massa com um garfo. Esmague o requeijão até ficar tipo uma pasta. Ligue o forno a 180º C.
Numa tigela, bata as gemas com o açúcar até ficar uma mistura fofa, junte a raspa e o sumo do limão e a manteiga e mexa. Adicione depois a farinha maisena, mexa bem, junte o requeijão e misture.
Por último, bata as claras em castelo e envolva-as delicadamente na mistura.
Deite na forma e leve ao forno durante 30 minutos. Depois retire, deixe arrefecer, desenforme e sirva a tarte decorada a gosto.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Tarte de maçã cremosa



Massa

Ingredientes

50 gr de manteiga
50 gr de açucar
1 pitada de sal
120 gr de farinha sem fermento
50 ml de leite

Preparação

Deixe a manteiga à temperatura ambiente durante algumas horas antes de preparar a massa.
Numa taça coloque a manteiga, junte o açúcar, o sal e a farinha e misture muito bem até ficar areada.
Misture o leite a pouco e pouco (pode não necessitar de toda a quantidade indicada) e vá amassando. Quando conseguir formar uma uma bola a massa está boa.
Embrulhe a massa em película aderente e reserve no frigorífico 45 minutos.


Creme

Ingredientes

4 maçãs grandes
1/2 pacote de natas
100 gr de açucar
100 ml de leite
1 gema de ovo
1 colher de sopa de amido de milho
Canela em pau q.b.
Raspas de limão q.b.
Sumo de limão q.b.
Compota de alperce q.b
Água q.b.


Preparação

Descasque duas maçãs, corte-as em quartos e corte os quartos em fatias. Coloque as fatias de maçã numa taça com água e sumo de limão. Reserve.

Descasque as outras duas maçãs e corte-as em pedaços. Coloque-as num tacho com um pau de canela. Adicione só um pouquinho de água para cozer as maçãs. Se necessário pode adicionar mais um pouquinho de água ao longo da cozedura. Logo que as maçãs estejam cozidas esmague-as com um garfo. Adicione o açúcar e vá mexendo durante alguns minutos. Adicione a gema de ovo ao preparado anterior e retire do lume mexendo sempre.
Retire o pau de canela.
Junte as natas e o leite numa taça e dissolva o amido de milho. Adicione ao puré de maçã.
Leve o tacho novamente ao lume no mínimo mexendo sempre. Adicione raspas de limão.
Quando o creme estiver espesso retire do lume. Convém ficar cerca de 10 minutos a arrefecer.

Na bancada enfarinhada estique a massa e forre a tarteira que deve estar untada com manteiga e polvilhada com farinha. Adicione o creme.
Seque as tiras de maçã em papel de cozinha e coloque-as por cima do creme.
Leve a cozer em forno pré aquecido.
Entretanto leve um pouco de compota de alperce ao lume com um pouquinho de água. Logo que a tarte esteja cozida pincele-a com esta "geleia" para dar brilho.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Pãezinhos Rápidas



Ingredientes:

1 kg de farinha
4 colheres de sopa de azeite
50g de fermento de padeiro
6 dl de água
1 pitada de sal
Farinha para polvilhar
Preparação:

Amorne a agua num tacho, junte-lhe o fermento de padeiro e mexa até dissolver.
Coloque a farinha em monte juntamente com um pitada de sal e faça-lhe uma cavidade ao centro.
Junte o azeite e depois a agua com o fermento, aos poucos e amassando sempre muito bem.
Coloque depois a massa numa tigela polvilhada com farinha, faça-lhe um corte ligeiro em cruz, tape com um pano e deixe levedar, em local morno, até que fique com o dobro do tamanho.
Ligue o forno a 180°, divida a massa em pedaços, enrole-os em forma de bolas.
Coloque, bem separadas, em tabuleiros polvilhados com farinha (ou com uma folha de papel vegetal). e deixe levedar mais 5 minutos.
Leve depois ao forno durante aproximadamente 40 minutos ou até que fiquem cozidos e douradinhos por cima.
retire e sirva.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Arroz de Pato (Receita adaptada da Clara de Sousa)




INGREDIENTES:

300 g de pato cozido desfiado, com caldo
6 dentes de alho
Sal q.b.
Azeite q.b.
1 cebola pequena (opcional)
1,5 chávena de arroz agulha, thai ou basmati
2 colher de sopa vinagre de vinho branco
3 chávenas de caldo da cozedura e água
2 colheres de sopa bem cheias de salsa picada
Meio chouriço de carne (sem pele e cortado em rodelas finas)

CONFECÇÃO:

Num almofariz esmague muito bem 3 dentes de alho com uma colher de chá rasa de sal grosso, até ficar em pasta. Junte ao pato desfiado e envolva bem.
Aqueça um pouco de azeite numa frigideira e aloure o pato. Reserve.
Faça o arroz. Pique finamente os restantes 3 dentes de alho e a cebola, se usar. Coloque um pouco de azeite num tacho e refogue a cebola até ficar translúcida, depois junte o alho e refogue mais um pouco, sem deixar queimar.
Junte o arroz e frite-o até começar a ficar translúcido.
Junte o vinagre e deixe fervilhar uns segundos.
Junte o caldo e a água a ferver. Adicione sal a gosto, baixe o lume, tape e cozinhe durante 10 minutos (ou o tempo de cozedura referido na embalagem do arroz). Terminado esse tempo, junte a salsa picada e desligue o lume.
Unte uma assadeira de forno com um pouco de azeite (usei uma assadeira oval de 30 x 20 cm). Cubra o fundo com metade do arroz. Espalhe o pato por cima e cubra com o restante arroz. Alise sem calcar.
Distribua por cima as rodelas de chouriço e leve ao forno pré-aquecido a 180º C na função GRILL até dourar.
Pode polvilhar com queijo ralado se gostar.


Bacalhau de cebolada




4 postas de bacalhau
800 g de batatas
2 cebolas
3 dentes de alho
1 dl de polpa de tomate
2 dl de azeite
2 colheres (sopa) de vinagre
1 folha de louro
Azeitonas q.b.
Coentros q.b.
Sal e pimenta q.b.
Farinha para passar
Óleo para fritar
Bacalhau frito regional


Demolhe atempadamente as postas de bacalhau em água. No dia, seque-as com um pano de cozinha e reserve-as.
Descasque e lave as cebolas e os dentes de alho, corte as cebolas em meias luas finas e pique os alhos. Descasque e lave as batatas, corte-as em gomos, leve-os a fritar em óleo e depois escorra-os. Leve ao lume uma frigideira com o azeite, deixe aquecer, passe as postas de bacalhau por farinha, junte-as à frigideira e deixe-as fritar de ambos os lados. Retire e reserve o bacalhau.
Rejeite metade do azeite da frigideira, adicione a cebola, os alhos e a folha de louro e deixe refogar até que tudo fique douradinho. Junte depois a polpa de tomate, tempere com sal e pimenta, deixe refogar mais um pouco até que fique macio, regue com o vinagre, envolva e deixe ferver. Adicione novamente o bacalhau, envolva, retire do lume, coloque numa travessa, junte as batatas fritas, decore com azeitonas e coentros picados e sirva.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

BOLO DE CHOCOLATE COM AMÊNDOA



INGREDIENTES 

Para o bolo:

200g de chocolate negro partido em pedaços
200g de manteiga
300g de açúcar
6 ovos
2 colheres (chá) de extrato de baunilha
200g de amêndoa moída
75g de farinha
1 colher (chá) de fermento em pó
pitada de sal

Para a cobertura: (opcional)

275g de açúcar em pó
100g de cacau em pó
125g de manteiga
175g de açúcar
100ml de água

PREPARAÇÃO 

Pré-aquecer o forno a 160ºC.
Derreter o chocolate em banho-maria ou no micro-ondas (tendo cuidado de não queimar).

Bater a manteiga amolecida até que fique macia e esbranquiçada.
Acrescentar o açúcar à manteiga e bater até que fique uma mistura arejada.
Juntar as gemas e a baunilha e bater.
Adicionar a amêndoa e o chocolate derretido e bater um pouco.
Envolver na mistura anterior a farinha e o fermento.

Bater as claras em castelo com a pitada de sal e envolver na mistura do bolo.

Colocar a massa numa forma sem chaminé, untada e com o fundo forrado com papel vegetal.
Assar durante 1h a 160ºC ou até o palito sair seco.
Deixar repousar 20min. antes de desenformar.

Assim que o bolo estiver frio, preparar a cobertura misturando numa taça o açúcar em pó e o cacau. Misturar e reservar.
Numa caçarola misturar a manteiga, o açúcar e a água.
Levar a lume médio até derreter a manteiga e dissolver o açúcar.
Retirar do lume.
Juntar a mistura de açúcar em pó e cacau e mexer até ficar homogéneo.
Cobrir o bolo.

Lombo de porcono forno com batatinhas assadas (delicioso)


2 Kg de lombo de porco
600 gr de batatas
250 gr de chalotas “cebolas pequenas”

INGREDIENTES PARA A PASTA

1 Colher de (sopa) de pimentão- doce
10 Dentes de alho picados
1 Ramo de salsa picada
2 piri-piri
50 ml de azeite
Sal q.b.
1 Colher de (sopa) de banha
2 Folhas de louro
200 ml de vinho branco
1 Colher de (sopa) de margarina
Alecrim q.b.

PREPARAÇÃO DA PASTA


Faça uma pasta com todos os ingredientes e barre o lombo. Deixe marinar de um dia para o outro.
No dia seguinte coloque o lombo num tabuleiro, em volta disponha as batatas (faça vários golpes nas batatas como se as fosse cortar ás rodelas, mas sem separar as rodelas) e as chalotas. Regue com o vinho branco e a banha derretida.
Leve ao forno até assar.

Cabrito assado no forno com batatinhas assadas



Ingredientes

1 cabrito

3 folhas de louro

sal q.b.

piripiri q.b.

6 dentes de alho

colorau q.b.

1 copo de vinho branco

margarina Vaqueiro para carnes

azeite q.b.

batatas pequenas

pimenta q.b.



Preparação

Lave muito bem o cabrito e corte-o aos pedaços. Num recipiente, tempere o cabrito com o sal, piripiri, colorau, louro e os alhos esborrachados. Regue com o vinho e deixe-o marinar para o dia seguinte. Coloque o cabrito numa assadeira, unte-o bem com a margarina Vaqueiro para carnes, regue-o com a marinada e um fio de azeite. Cubra a assadeira com papel de alumínio e leve ao forno, aquecido a 160º, a assar lentamente cerca de duas horas. Vá verificando a assado e regando com o próprio molho, meia hora antes retire o papel de alumínio, aumente o calor do forno e deixe o cabrito alourar.

Para as batatas assadas: descasque e lave as batatas, corte-as aos gomos e num recipiente tempere-as com sal, pimenta e colorau, envolva e regue com um pouco de vinho branco e um fio de azeite. Leve-as a assar tapadas, com folha de alumínio, durante 20-25 minutos. Retire a folha de alumínio e leve a assar mais 10 minutos até ficarem coradinhas.

Bolo húmido de Ananás e Coco



Ingredientes:

Recheio: 
200 g de açúcar
3 ovos
100 g de coco ralado
300 g de ananás em calda


Massa:
175 g de açúcar
100 g de manteiga
3 ovos
1 dc de calda do ananás
350 g de farinha com fermento peneirada.


Decoração:
3 colheres de sopa de geleia 
5 colheres de sopa de coco ralado


Preparação: 


Pré-aqueça o forno a 180º.


Prepare o recheio num tacho. Junte o açúcar com os ovos inteiros, o coco e o ananás em pedacinhos bem pequenos. Leve ao lume, mexendo até ferver e engrossar.


Prepare a massa, misturando a manteiga e os ovos inteiros, seguido do açúcar e da calda. Por último junte a farinha. 


Deite numa forma untada com manteiga e farinha por partes: metade da massa, o recheio e por fim a outra metade da massa.
Leve ao forno durante 45 min. 


Pincele com geleia e polvilhe com coco.



quarta-feira, 3 de julho de 2019

A Aldeia de Pia do Urso é um local repleto de história.....



A aldeia recuperada da Pia do Urso é um local repleto de história e lendas, situando-se a poucos minutos da Batalha e de Fátima.

A Pia do Urso é um espaço que foi reaproveitado, construindo-se um parque temático e sensorial (adaptado a invisuais), acompanhado de um circuito pedestre. Além da paisagem atractiva e da calma envolvente, o parque é composto por diversas estações interactivas e lúdicas.





Ecoparque Sensorial da Pia do Urso. É único no mundo e foi pensado especialmente para proporcionar novas experiências e sensações aos invisuais. Inserido num cenário natural, absolutamente deslumbrante, aqui, todas as infra-estruturas foram preservadas, para manter a tradição. Desde as habitações, até ao espaço natural que envolve o percurso sensorial, mantiveram-se tipologias e materiais que nos contam um pouco da história da região. Ao longo do percurso pedestre podem avistar-se as pias naturais. Sulcos multiformes escavados nas rochas, pela erosão e que o tempo se encarregou de acentuar.




Situado numa encruzilhada de vias romanas das quais se salienta a que ligava a Olissipo (Lisboa) e Collipo (Batalha/Leiria), por aqui passaram em 1385 os exércitos chefiados por D. Nuno Álvares Pereira, provenientes de Ourém a caminho de Aljubarrota e, quinhentos anos mais tarde, as tropas invasoras de Napoleão Bonaparte que deixaram um rasto de destruição e mortandade.



O lugar da Pia do Urso é pródigo em lendas de entre as quais se salienta a que procura explicar a origem do topónimo, segundo a qual, em tempos recuados, um urso que vivia naquelas serranias tinha por hábito ir beber a uma pia originada da formação rochosa existente no local e que ainda hoje se encontra assinalada.




terça-feira, 21 de maio de 2019

Já se imaginou a mergulhar no rio Tejo a bordo de um autocarro? No HIPPOtrip tem uma experiência única a visitar Lisboa



Diversão, riso e aventura… tudo embrulhado na experiência do passeio turístico mais singular de Lisboa! 

Explore a cidade a bordo do fantástico veículo anfíbio HIPPOtrip acompanhado por um animador que lhe contará os mitos e lendas, num passeio de 90 minutos cheio de boa disposição… Lisboa com um splash! 

Descubra o coração da capital portuguesa, por terra e água, sempre no conforto do seu lugar. É um autocarro? É um barco? É ambos… portanto prepare-se para “mergulhar” no rio Tejo com um enorme sorriso.




O local de partida e chegada do tour é a Doca de Santo Amaro em Alcântara, Edifício Hippotrip. Estão mesmo juntinho ao rio, passando em terra por:
 
Praça do Comércio
Praça Marquês do Pombal
Largo do Rato
Jardim da estrela
Museu da Eletricidade (MAAT)
Mosteiro dos Jerónimos

E no rio Tejo por:

Padrão dos Descobrimentos
Torre de Belém
Fundação Champalimaud
Torre VTS
Centro Náutico de Algés




Contactos e Preço


– Online: Podem efetuar-se reservas a qualquer momento no website da HIPPOtrip

–  Podem efetuar-se reservas no local de embarque , diariamente entre as 09h00 e as 18h00;

– Telefone: Faça a sua reserva através do +351 211 922 030 entre as 09h00 e as 18h00. 



Faça chuva ou faça sol, os passeios Hippotrip ocorrem todos os dias nos seguintes horários:

– De Outubro a Março: 10h00, 12h00, 14h00, 16h00

– De Abril a Setembro: 10h00, 12h00, 14h00, 16h00, 18h00 


terça-feira, 14 de maio de 2019

Castelo de Bouzov - República Checa





Este castelo de conto de fadas, é um local preferido dos cineastas nacionais e estrangeiros.


Bouzov, um dos castelos mais visitados da República Checa, fica apenas a 35 km de Olomouc. O castelo foi inicialmente construído como uma fortaleza gótica no início do século XIV. No século XI, as fortificações foram ampliadas e fortalecidas, e nos séculos XVI e XVII, o castelo foi gradualmente convertido num local residencial. Foi reconstruído no estilo romântico pelo arquiduque Eugene de Habsburgo para residência de verão dos cavaleiros Alemães que o tiveram em seu poder até à Segunda Guerra Mundial. Diz o povo que foi aqui que nasceu o Rei checo George de Podebrady.
É um exemplo perfeito de um castelo medieval, decorado no seu interior com o maior conforto do seu tempo. Os interiores românticos com decoração rica em pintura e escultura de artistas locais são decorados com móveis de época.



O Preço do bilhete de entrada ronda os 7,00 €, Dependendo da modalidade escolhida.

Existem visitas guiadas.






Castelo Eltz - Alemanha




Localizado no oeste da Alemanha, o Castelo Eltz foi um condomínio real durante muitos anos. Hoje ele oferece aos visitantes a oportunidade de viajar até à Idade Média.





Este castelo medieval fica situado no alto de um rochedo rodeado por um vale verdejante, entre as cidades de Koblenz e Trier.

Rodeado por morros e pelo riacho que deu nome ao lugar ficou protegido ao longo dos séculos, nunca sendo destruído, pois era muito difícil os inimigos conseguirem alcançarem o castelo.

Hoje este desafio também se coloca a quem quer visitar o castelo.

O melhor é ir de carro e ficar preparado para uma íngreme, porém curta, caminhada até a área do castelo.






A construção do castelo prolongou-se por mais de 500 anos e várias gerações, o que explica a mistura de estidos, desde o românico até o início do barroco. Com a separação da família Eltz em clãs, em 1268, a fim de evitar uma disputa pela herança, a residência foi habitada por diversas linhagens familiares simultaneamente – uma espécie de gigante condomínio medieval.

Desde que cada grupo ficou responsável por sua própria seção da casa, várias torres residenciais em estilos diferentes foram construídas.

O atual proprietário do castelo, o conde Karl von und zu Eltz, conhecido como Faust von Stromberg, representa a 33ª geração dos Eltz. Ele tem a tarefa de preservar este monumento para o público, além de passá-lo à 34ª geração, seguindo a tradição familiar.





O castelo está aberto ao público de 1 de Abril a 1 de Novembro, das 9h30 às 17h30.

As visitas guiadas começam a cada 10 ou 15 minutos e duram aproximadamente 40 minutos.

O custo de entrada é de 6 euros para adultos e 4,40 euros para crianças e estudantes. Pagando uma taxa adicional, os visitantes podem visitar a abóboda do tesouro, que contém mais de 500 objetos pertencentes à família Eltz ao longo de oito séculos.

Horseshoe Bend





Horseshoe Bend é o nome de uma imensa curva em forma de ferradura executada pelo curso do rio Colorado a poucos quilómetros da cidade de Page no Arizona e relativamente próxima ao Grand Canyon.







Este é um dos locais mais fotografados do Rio Colorado e do Grand Canyon, apenas 5 milhas da represa Glen Canyon, esta curva icónica é facilmente acessível pela US Route 89.




Endereço: Hwy 89 S, Page, AZ 86040, EUA

Praia do Moledo... com um belo areal e uma paisagem ímpar, é considerada uma das praias mais bonitas de Portugal.



Considerada por muitos como a praia mais bonita do norte. A sua beleza é inegável e peculiar, a paisagem dunar envolvente, protegida entre passadiços de madeira, combina ainda com a paisagem sobre a serra que se perde no horizonte.

Esta estância balnear ganhou maior maior destaque no início do séc. XX, sendo frequentada por famílias de políticos e colunáveis que a procuram ano após ano, sem se deixarem seduzir por outros areais mais quentes, a sul.

De grande beleza natural, a praia do Moledo é rodeada pela Mata do Camarido e na sua frente, na pequena ilha rochosa a que se acede por barco, destaca-se o Forte da Ínsua, construído no séc. XV para convento, tendo no século XVII e XVIII sido alvo de obras que o transformaram num baluarte de defesa da costa.






Informações:
praia oceânica de bandeira azul 

praia com qualidade de ouro 

localização: Av. 25 de Abril 

GPS: 41° 50’ 58.01” N 8° 51’ 59.98” W 

caracterização 

extensão: 0,35 Km 

tipo de areia: branca








domingo, 12 de maio de 2019

A Aldeia da Mata Pequena é o local perfeito para fazer uma viagem ao passado, passar uns dias com a família e descansar a sério.




A Aldeia da Mata Pequena é um paraíso que convida ao descanso e ao contacto com a natureza às portas de Lisboa. Trata-se de um tesouro da arquitetura tradicional da região saloia, em plena Zona de Proteção Especial do Penedo do Lexim, que os trabalhos de recuperação fizeram questão em preservar. Para quem passeia ou fica hospedado na Aldeia da Mata Pequena a sensação é a de estar num museu a céu aberto, onde o modo de vida do antigamente se mantém preservado através dos cheiros, das cores e das tradições. As casas que aqui encontra são disso o melhor exemplo, resultado de muito trabalho de pesquisa e recolha que conquista cada um dos visitantes.





Uma dezena de habitações compõem este pequeno povoado rural, feito de paredes caiadas e de pavimentos em lajedo de pedra.





Aldeia da Mata Pequena
Rua S. Francisco de Assis,
2640-366 Igreja Nova
Mafra, Portugal 
 
 Coordenadas GPS: N 38º 53' 43.63'' W 09º 19' 11.63"




sábado, 11 de maio de 2019

Sabia que o sinal de trânsito mais antigo do mundo está em Lisboa e tem 350 anos?



Trata-se do sinal de trânsito na Rua do Salvador, n.º 26, em Alfama. É uma placa que data de 1686 mandada afixar por D. Pedro II para orientar os coches e carroças que passavam por esta rua estreita.



Diz assim:



ANO DE 1686

SUA MAJESTADE ORDENA

QUE OS COCHES, SEGES

E LITEIRAS QUE

VIEREM DA PORTARIA

DO SALVADOR RECUEM

PARA A MESMA PARTE



Ou seja, quem viesse de cima perdia a prioridade em relação a quem subisse.

Esta rua, que foi muito importante há quatro séculos, quando ligava as portas do Castelo de São Jorge à Baixa, hoje em dia é uma pequena travessa cheia de prédios arruinados entre a Rua das Escolas Gerais e a Rua de São Tomé. A meio da pequena subida há um edifício fora do alinhamento dos restantes que a estrangula. No tempo de D. Pedro II este estreitamento era causa de muitas discórdias entre quem subia ou descia a rua. Se dois se encontrassem a meio, nenhum queria ceder a passagem uma vez que era tarefa difícil fazer recuar os animais. Consta que chegou mesmo a haver lutas e duelos, com feridos e mortos.

Para evitar a discórdia, foi publicado então um édito real estabelecendo a prioridade a respeitar em tal situação.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Pedalar nos carris desactivados entre as vilas históricas de Marvão e Castelo de Vide em contacto com a natureza é a nova atracão turística no Alentejo!




Imagine-se a pedalar sobre a linha de comboio e mergulhar na beleza das paisagens do Parque Natural da Serra de São Mamede.
Uma forma segura, original e divertida de viajar entre sobreiros, carvalhos, vida selvagem e belíssimas vistas sobre as vilas históricas de Marvão e Castelo de Vide.





O concelho de Marvão, no Alto Alentejo, conta com uma nova proposta turística que explora o modo ferroviário. Trata-se de passeios com railbikes no ramal de Cáceres, hoje desactivado, no troço Beirã – Castelo de Vide – Beirã.

Encerrado desde Agosto de 2012 o antigo corredor foi concessionado para exploração comercial com veículos a pedais. A experiência permite viajar no corredor ferroviário a baixa velocidade e ter acesso à paisagem envolvente.

Para já são duas as modalidades que a Rail Bike Marvão, empresa concessionária do projecto turístico, apresenta para se percorrer o ramal de triciclo a pedais adaptado andar sobre a via férrea.

O passeio mais longo, propõe uma viagem até Castelo de Vide e regresso à Beirã. São cerca de 16 km entre as duas estações.

“Entre a estação de Castelo de Vide e a de Marvão-Beirã a linha percorre as faldas da Serra de S. Mamede e ziguezagueia contornando os montes. Os bosques de carvalho-negral são uma constante. A paisagem é de uma beleza soberba”, alerta um folheto da região acerca do troço.

A outra proposta, mais simples fisicamente, remete para cerca de metade do trajecto. Como referência está uma ponte de 25 metros que é atravessada. Transposta a obra de arte pára-se por alguns minutos e enceta-se a viagem de regresso.

O ponto tem uma vista singular onde a serra de São Mamede se espraia no horizonte e do lado oposto vislumbra-se “o morro de Marvão e o seu castelo altaneiro”.


Fonte: http://www.railbikemarvao.com

À descoberta das Galerias Romanas de Lisboa




As Galerias Romanas da Rua da Prata, descobertas no subsolo da Baixa de Lisboa em 1771, na sequência do Terramoto de 1755, abrem ao público duas vezes por ano.






As diversas histórias do monumento ao longo dos séculos despertam o interesse dos visitantes e conhecer as Galerias Romanas é mesmo uma experiência única, já que a oportunidade surge poucas vezes. Devido à logística que envolve a abertura das Galerias e à preservação do monumento, é apenas possível visitá-lo uma ou duas vezes por ano, durante um ou dois fins-de-semana.

A cada vinte minutos, um grupo de 25 pessoas previamente inscritas percorre as Galerias com um guia que conta a história e que partilha algumas curiosidades sobre o monumento, proporcionando memórias felizes e inesquecíveis.



A entrada que dá acesso ao monumento é um alçapão, situado  no meio da linha do eléctrico







Trilho dos Sete Vales Suspensos é um dos segredos do Algarve




Sete Vales Suspensos


Trata-se de um percurso feito ao longo da arriba costeira que é entrecortada por sete linhas de água que criaram, ao longo do tempo, pequenos vales, daí o nome do percurso.
O percurso com início na praia da Marinha começa junto à placa informativa que se encontra na zona de merendas. A vista magnífica sobre esta praia permite-nos observar uma linha de costa recortada de arribas, onde é possível encontrar uma grande diversidade de geoformas como arcos, grutas (no extremo oeste da praia), algares (para poente da praia) e leixões (nos limites Oeste e Este). 

Ao longo do percurso pode observar a interessante vegetação arbustiva com espécies como a aroeira, o zimbro e o carrasco que, em alguns locais, atingem um porte arbóreo. 






No terceiro vale surge a praia do Benagil onde as embarcações de pesca se ocupam, hoje em dia, também para visitas às grutas e a praias isoladas. 

Ao longo do percurso pode-se também observar algumas aves que se abrigam nas paredes rochosas, como as gaivotas, corvos-marinhos ou os pombos, entre outras. 

Depois da praia do Carvalho e antes de chegar ao Leixão do Ladrão, existe a possibilidade de descansar ao abrigo de uma estrutura de madeira e observar a paisagem. 

Antes de chegar ao Farol da Alfanzina o percurso continua por uma mancha de pinhal inserida num vale protegido dos ventos marítimos, o que permite o crescimento de pinheiros de maior porte, proporcionando assim uma zona de sombra e de frescura deste percurso. 

No último vale, antes da praia de Centeanes, existe ainda oportunidade de estadia num outro miradouro em madeira com vistas privilegiadas sobre a costa.








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